Como preparar os alimentos do seu pequeno

Frutas limpas e sem agrotóxicos
Para preparar os sucos de frutas, o primeiro passo é lavar em água corrente a fruta que será utilizada. Porém, antes disto, na hora de comprá-la, procure um lugar que venda produtos sem agrotóxicos, como alguns varejões e supermercados. Caso tenha dúvidas com relação aos aditivos químicos, lave as frutas (ainda com a casca) com uma escovinha. Depois enxugue-a em um pano de prato limpo. Se você for usar centrífuga, não há necessidade de descascar a fruta ou o legume, como cenoura, tomate e beterraba. Se a opção for liquidificador ou espremedor, você deve tirar a casca da fruta - isso vale também para a laranja. Depois é só coar o suco e servi-lo o mais rápido possível, para evitar que ele fique amargo, escuro e perca vitamina C.
Cozinhe os legumes com as cascas
Os legumes para preparar a papa salgada, sopa e purês também devem ser lavados em água corrente. O melhor é cozinhá-los com casca, com exceção para os que tem casca muito grossa, como mandioca e cará. Além de conservar mais as vitaminas, esse processo permite menos desperdício na hora de retirar a casca, pois basta passar a mão que ela sai totalmente. A quantidade de água também é importante: os alimentos devem ser cozidos com o mínimo de água. O ideal é colocá-los quando a água já estiver fervendo e manter sempre a panela fechada. Se desejar um cozimento mais rápido, use a panela de pressão. Depois basta amassá-los com um garfo.
Reaproveite a água do cozimento
Para aproveitar todas as vitaminas e proteínas dos alimentos, essa água pode ser usada para preparar arroz, feijão, lentilha e macarrão.
Panelas especiais para as verduras
Já as verduras devem ser cozidas no vapor, porém esse método só funciona se você tiver uma panela especial para isso. Caso contrário, você deve cozinhar as verduras da mesma maneira que os legumes - pouca água e panela sempre fechada. Para manter a cor, acrescente uma colher das de chá de suco de limão ou vinagre. Depois de cozidas, amasse com o garfo, passe em uma peneira grossa ou pique em pedaços bem pequenos.
Carnes descongeladas e sem gordura
Até completar um ano de vida, as frituras devem ser evitadas o máximo possível. Por isso, a melhor maneira de preparar a carne e o frango é cozinhando-os. É importante que a carne esteja descongelada e sem gordura. O ideal é cozinhar pedaços não muito grandes, em pouca água e na panela de pressão.
Mais sabor para os alimentos
Para a carne ganhar um sabor especial, forre a panela com pedaços de cenouras, salsinha e cebolas. No entanto, estes ingredientes só servem para dar um toque diferente no prato e não devem ser consumidos pois absorvem toda a gordura da carne.
Um truque para as frituras
Se você preferir dar uma leve fritada na carne, é importante usar pouco óleo e não fritar muito tempo. Caso contrário, ela ficará seca e dura. Mas o melhor mesmo é grelhar a carne.
Os segredos do filé ensopado
Já o peixe deve ser sempre ensopado. O segredo desta forma de cozinhar está no molho. Prepara um copo com legumes e um pouco de suco de limão. Depois cubra o filé com esse molho e cozinhe por alguns minutos, até que o peixe esteja quase se desfazendo. Se for necessário, acrescente um pouco de água filtrada para completar o cozimento.
Utilize os utensílios adequados
Para cortar frutas, verduras, legumes e até mesmo as carnes, não use tábuas de madeira ou as de plástico. Por mais que você as lave depois, sempre fica um acúmulo de alimentos que, com o tempo, proporciona o surgimento de bactérias. Por isso, o melhor é cortar os alimentos em um prato.
Freezer e microondas
Não há problema nenhum em congelar os alimentos no freezer e descongelá-los ou aquecê-los no microondas, desde que o processo seja feito corretamente.
A perda de vitaminas é muito pequena e não chega a comprometer a qualidade nutricional. Os alimentos devem ser congelados em recipientes previamente esterilizados e próprios para o congelamento. Depois de colocar o alimento no recipiente tire o ar - pressionando a tampa para dentro.
Outro cuidado: coloque uma etiqueta especificando os ingredientes da comida e a data do congelamento e procure usar logo. Após o preparo, o ideal é resfriar o alimento o mais rápido possível, para que as bactérias não tenham tempo de se desenvolverem. Para isso, depois de acondicionar a comida, coloque o recipiente dentro de uma vasilha com água gelada e alguns cubos de gelo. Assim que o alimento estiver morno, coloque no freezer.
A forma de descongelar também é importante. Para evitar o risco das bactérias se desenvolverem, o alimento deve ser descongelado no refrigerador, em banho-maria ou no micro-ondas. Mas quando você for usar o micro, fique atenta à temperatura do alimento, visto que o microondas não aquece os alimentos por igual. Por isso, antes de oferecer a comida, é importante que você a mexa e a experimente.
O mesmo cuidado deve ser seguido quando você for aquecer a mamadeira, que deve estar sempre sem a tampa e o bico, pois há riscos de derreter a borracha do bico ou o plástico da tampa. Também na preparação dos alimentos o microondas deve ser evitado. Não tem como a água entrar em ebulição no microondas, por isso, o melhor é lançar mão desse acessório apenas quando for realmente necessário.

O significado da Páscoa

A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.

Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.

No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.

A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!

Vamos ver agora como surgiu o chocolate

Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.

Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou.
O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.
Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.

Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.

Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.

Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.

E o coelho?

A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.

Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?

No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.

Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!

Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?

O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".

De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Um sopro de memória

Março chegou, finalmente, mês do meu aniversário. Desde a infância, eu, no meu egocentrismo infantil, acreditava que o mês de Março era meu, assim como as árvores salgueiro- chorão. Não sei o porquê, mas acreditava que todas as árvores chorão tinham sido plantadas no meu caminho, apenas pra que eu pudesse apreciá-las, já que eram minhas favoritas. Assim, celebrando Março, me pego pensando no desejo que farei ao soprar as velinhas este ano.

Meus pedidos reais, de importância, são reservados para minhas orações, minha conversa junto a Deus e aos anjos, a quem recorro diariamente em busca de apoio.

Agora as velinhas do bolo permitem outro tipo de pedido, aqueles que na infância eram votos de ganhar um aumento na mesada, uma bicicleta nova, agora num ímpeto de poder absoluto, desejo que as rugas não se destaquem, que adiem sua chegada em mais um ano, desejo ganhar uma viagem em alguma promoção, sem custo e com acompanhante, desejo então que o destino seja o mais magnífico dos lugares.

Seguindo em minha loucura momentânea desejo no mesmo sopro inalar a vitalidade de meus dez anos de idade, tempo em que andava saltitando, na ponta dos pés e cansaço era palavra de adulto.

Mas sem nenhum esforço tenho na ponta da língua o maior de todos os meus desejos: quero um cartão de memória.

Não, não se trata de um cartão normal, desses que se compra em qualquer lugar.

Preciso de um cartão, um memory card, com capacidade ilimitada, vários zilhões de bytes livres para arquivar todas as imagens mentais que registro com minha câmera mental, melhor que qualquer câmera digital disponível no mercado, porque posso dispor dela a qualquer momento, sem precisar de baterias, sem ajuste de lente ou flash.

Minha câmera já me proporcionou milhares de imagens únicas, incríveis, de momentos marcantes, a maior parte deles imagens de um cotidiano que me presenteia com sorrisos, abraços, beijos, família, filhos, amigos, viagens, pôr do sol, céu, cores infinitas e formas variadas.

O cartão que desejo possui inteligência artificial e é totalmente programado para apagar imagens desagradáveis, além disso, seu uso se estende para arquivar conhecimento adquirido, datas importantes, diálogos, nomes de pessoas, finais de filmes, senhas de banco, telefones, entre outras funções.

Pedido realizado. Ao soprar das velinhas ganharei meu cartão e com ele a possibilidade de jamais me esquecer de todas as maravilhas que se apresentam diante dos meus olhos a cada dia.

Ainda aproveitando minhas velinhas...desejo que você ganhe um cartão igual ao meu.

Enjôos na gravidez

Você não pode nem sentir o cheiro daquela comidinha que antes era a sua preferida? Corre para o banheiro a cada duas horas? Nada é capas de parar no seu estômago? Qualquer gestante sabe bem o que é isso. Nos primeiros meses de gravidez, a alegria e as expectativas são sempre acompanhadas de náuseas e muitos enjôos. Pesquisas apontam que 80% das grávidas sofrem com esse mal estar. Mas, ainda que não dê para evitar, atitudes como controlar a freqüência, a quantidade e a qualidade do que você anda comendo podem amenizar esses sintomas e trazer alívio – afinal, o que você quer mesmo é poder desfrutar deste momento único que é a gravidez.
Os enjôos são ainda mais freqüentes pela manhã, quando o estômago ainda esta vazio e podem surgir vômitos e salivação excessiva. Durante a gestação, o corpo lúteo – resto das células do folículo dentro do qual estava o óvulo – produz uma maior quantidade do hormônio progesterona, que combinado com o hormônio HCG (gonadotrofina coriônica humana, eliminado pelo embrião ao se aderir ao útero), faz com que o cérebro fique mais sensível aos estímulos para o enjôo.

Possíveis causas    
Além das alterações hormonais, a redução dos níveis de glicose (açúcar) no sangue, a digestão mais lenta e o aumento na sensibilidade do olfato também deixam a gestante mais predisposta a enjôos. Mas a boa notícia é que, eles desaparecem a partir do quarto mês de gestação.    
Alguns pesquisadores relacionam os enjôos, ainda, a causas emocionais. Brigas de casal e de família, por exemplo, sobrecarregam a mente e aumentam as sensações negativas, deixando a grávida mais sujeita ao mal-estar. Isso porque a tensão e a ansiedade do dia-a-dia podem ser refletidas no aparelho digestivo. Uma pesquisa recente realizada na Universidade de Liverpool, na Inglaterra, no entanto, afirmou que os enjôos sentidos durante a gravidez são, na verdade, um mecanismo da natureza para impedir que a gestante coma alimentos pouco saudáveis que possam prejudicar o desenvolvimento do bebê. Os cientistas chegaram à conclusão de que as náuseas e os vômitos das grávidas estão associados ao alto consumo de açúcar, álcool, óleos e carne.
Em alguns casos, os enjôos tomam tamanha proporção que a gestante acaba tendo seu sono comprometido, perda de apetite, e a vida do neném pode ser colocado em risco. É a chamada hiperemese gravídica: Nesses casos, o vômito se torna uma constante e nada pára no estômago da mulher. Ela pode acabar tendo alterações de eletrólitos (sódios, potássio e cálcio) sendo, necessária sua internação. Nesta situação, é comum que a gestante acabe sofrendo um quadro de desidratação, então alguns cuidados extras precisam ser tomados. Se os enjôos são seguidos de vômitos, além de ter risco de desidratação há risco de redução de sódio e potássio, nutrientes essenciais para o funcionamento cardíaco.    
Diante de tantos enjôos, o melhor é não comer, certo? Errado! Muitas grávidas acabam optando por não se alimentar achando que o estômago vazio não tem o que botar para fora, mas é bom lembrar o velho ditado que diz “saco vazio não para em pé”. Evitar comer agrava a situação e pode levar a mãe a um quadro de desnutrição, além de aumentar o risco de má formação de feto. Quando comemos com freqüência mantemos regulares os níveis de enzimas, a pressão arterial fica controlada e evitamos hipoglicemias que são facilitadores dos enjôos. Por isso, cuidar da alimentação é o primeiro passo para quem quer manter os enjôos bem longe!

Alguns alimentos possuem a propriedade de combater o mal-estar. Alimentos cítricos, gelados, com aroma fraco, suco de frutas, sorvete, gelatina, biscoito simples, sopas frias, saladas, legumes crus ou refogados, purê de batata, arroz e massas simples são muito bem-vindos. Já outros favorecem e até agravam o quadro. Os alimentos gordurosos, quentes, fritos, doces ou com muito odor, como os alimentos condimentados dever ser evitados.

Além da escolha adequada dos alimentos, a quantidade ingerida e a freqüência com que as refeições são feitas são fatores de extrema importância. A gestante deve comer a cada duas ou três horas, desde que a quantidade e a qualidade da comida sejam equilibradas a ponto de não permitir um ganho de peso excessivo ou a ingestão insuficiente de nutrientes. O ideal é que sejam feitas de seis a sete pequenas refeições, sendo uma delas durante a noite, quando a gestante acordar para ir ao banheiro, por exemplo.
Frutas indicadas: abacaxi, kiwi, laranja, limão e água-de-coco.
Frutas contra-indicadas: banana, manga, abacate, fruta-do-conde, graviola e pêssego.

Dicas para evitar os enjôos        
Anote as medidas simples que podem minimizar os enjôos e trazer o bem-estar de volta neste período. Fique atenta:        

1. Evite o estômago vazio ou cheio demais. Faça de seis a sete pequenas refeições por dia, uma a cada duas out três horas. E reserve uma delas para a noite.        

2. Os enjôos são mais freqüentes pela manhã, portanto, ainda na cama, coma alguns biscoitos de água e sal, espere alguns minutinhos e então levante.         

3. No café da manhã prefira biscoitos de água e sal, torradas, sucos, frutas e cereais. Eles são de fácil digestão e não sobrecarregam seu estômago. Nos lanches, boas opções são: sorvetes, frutas e barrinhas de cereais.

 

4. Não escove os dentes logo após o café da manhã. Algumas gestantes afirmam que a prática favorece os enjôos. Tome um banho e só então faça a higiene bucal.

 

5. Evite comidas quentes, processadas, gordurosas, com muito açúcar e com aroma forte. Elas demandam mais tempo para serem digeridas. Coma alimentos ricos em carboidratos, como arroz, macarrão e batata. Grãos, cereais e alimentos com proteínas também são uma boa alternativa, já que são menos propensos a causar náuseas. 
6. Não deite após as refeições. O hábito dificulta a digestão e ainda favorece a queda de glicose no sangue.        

7. Fique longe de álcool, cigarro e café. Além de fazerem mal ao bebê, essas substâncias atrapalham o trabalho do estômago.

 

8. O emocional abalado favorece o mal-estar. Evite os exercícios intensos, mas ocupe a mente com alguma atividade que traga prazer.

9. Os líquidos durante as refeições dificultam a digestão. Procure evitá-los nesse momento.

10. Os alimentos cítricos favorecem a digestão. Experimente colocar algumas gotas de limão na água para diminuir os enjôos.  

11. Consulte seu médico sobre a necessidade de suplementos de vitamina B6. A deficiência dessa vitamina causa distúrbio gastrointestinais.

Cientistas criam teste de sangue que detecta Síndrome de Down

O teste mais convencional em uso, o da amniocentese, que consiste no uso de uma agulha para retirar líquido do útero, pode causar abortos e danos ao feto.
Com o novo teste, cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos,
conseguiram identificar, com sucesso, vários casos de síndrome de Down, segundo um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
O teste consiste em uma análise genética de uma amostra do sangue da mãe. Ele pode detectar a presença de cópias extras do cromossomo 21.
A Síndrome de Down é causada quando a pessoa possui uma cópia extra do cromossomo – condição genética conhecida como trissomia do 21. De acordo com os cientistas, se um feto possui três cópias do cromossomo, ao invés de apenas as duas normais, haverá também um aumento na quantidade de cromossomos 21 no sangue da mãe, já que o DNA consegue atravessar a placenta do bebê para o corpo da mãe. Segundo a pesquisa, o exame de sangue desenvolvido em Stanford é capaz de identificar e contar os fragmentos de DNA e é sensível o bastante para detectar até um pequeno aumento no número de cromossomos 21.

Pesquisa

Para realizar o estudo, os cientistas testaram o exame em 18 mulheres grávidas e identificaram com sucesso nove casos de Síndrome de Down entre as participantes e dois casos de outras anomalias genéticas conhecidas como aneuploidias, definidas por uma perda ou ganho de material genético.
Stephen Quake, que coordenou o estudo, afirma que será necessário repetir os exames em um número maior de mulheres. Ele explica que está confiante de que o novo exame de sangue poderá ser usado de forma rotineira em hospitais dentro de alguns anos.
Um dos modos mais comuns para diagnosticar se um bebê possui ou não a Síndrome de Down é a amniocentese, um método invasivo que consiste em introduzir uma agulha no útero para retirada de um líquido para análise genética. Segundo informações do Royal College de Obstetras e Ginecologistas da Grã-Bretanha, cerca de uma em cada 100 mulheres que realiza o teste acaba perdendo o bebê como resultado da prática invasiva.
Quake esclarece que "o exame não-invasivo será muito mais seguro que as práticas atuais".
Para Lyn Chitty, especialista em genética e medicina fetal da University College, em Londres, o exame é um "desenvolvimento interessante para a prática de métodos menos invasivos e mais seguros para detectar a Síndrome de Down".
Segundo ela, outros cientistas estão estudando marcas genéticas diferentes no sangue para detectar a Síndrome. No entanto, Chitty esclarece que esses testes, ao contrário do teste de DNA, não funcionam em todas as mulheres.
Carol Boys, diretora da Associação da Síndrome de Down, disse que não há dúvidas que métodos não-invasivos serão introduzidos nos próximos anos.
"É muito importante que os pais tenham informações precisas sobre a Síndrome antes que tomem a decisão de interromper ou não a gravidez", disse.
"Não consideramos a Síndrome de Down como uma razão para se terminar a gravidez, mas reconhecemos que criar uma criança com a Síndrome não é certo para todas as pessoas", afirmou.
"Quanto mais informados os pais estão, melhor posicionados eles estarão para tomar a decisão correta para sua família", conclui Boys.

Redes Sociais

Contato

  • 11 5031-4807
  • contato@materlife.com.br
  • Central de Atendimento
  • Segunda à Sexta-feira das 9hs às 18hs