SAIBA QUAIS ALIMENTOS PODEM COMBATER CELULITE

Alimentos menos calóricos e mais ricos em vitaminas, fibras e minerais são bem vindos, pois são reguladores do processo de produção de energia, além de diminuir a absorção de gordura dos alimentos e controlar a regeneração de tecidos, mantendo a pele mais saudável, tonificada e longe das celulites, explica a nutróloga e médica ortomolecular Liliane Oppermann
Combater a celulite é difícil, mas não é impossível, uma alimentação saudável aliada à atividade física pode ajudar a resolver o problema.
Para quem não sabe existem alimentos que podem ajudar a combater a celulite, não custa tentar, não é mesmo?
Invista no Ferro
Além de prevenir a anemia, as verduras, hortaliças e alimentos ricos em ferro devem estar presentes em sua mesa porque a carência deste mineral favorece o surgimento de celulites.
Consuma pouco sal
Reduza o consumo de sódio, que não está presente apenas no sal de mesa, ele também é encontrado em produtos embutidos e pré-cozidos. Em vez de sal refinado, que favorece a retenção de líquidos, use o sal grosso, que contém dezenas de minerais e proporciona mais sabor em menor quantidade.
Arroz integral: Contém fibras, vitaminas do complexo B e minerais (magnésio e cromo), favorecendo a digestão do açúcar e o funcionamento do intestino.
Aveia: rica em silício reorganiza as fibras de sustentação da pele e previne a formação dos furinhos.
Azeite de oliva extravirgem: Tem ação antiinflamatória, ou seja, combate os edemas acarretados pela celulite. Associado ao azeite de linhaça torna-se mais potente.
Chás
A sálvia e o chá verde são plantas medicinais eficazes para eliminar os líquidos e as toxinas. Outras ervas medicinais que ajudam a eliminar a celulite são a menta e o espinho branco.
Castanha-do-pará: Carrega selênio, um importante antioxidante contra o envelhecimento das células.
Folhas verde-escuras: Fonte de clorofila, melhora a circulação e desintoxica o organismo.
Dicas para prevenir a celulite no dia-a-dia
-Não use roupa apertada, nem muito justa, especialmente na cintura.
-Não use meias ou botas apertadas, nem saltos muito altos
-Quando a distância o permitir, esqueça os transportes e vá a pé.
-Evite o elevador.
-Se puder, pratique natação ou ande de bicicleta.

Fonte- Nutróloga e Médica Ortomolecular Liliane Oppermann







10 DÚVIDAS SOBRE ALIMENTAÇÃO NA AMAMENTAÇÃO

1. Restrição alimentar
A princípio, nenhum alimento é proibido. Mas o bebê pode começar a recusar o aleitamento devido a alguma rejeição ou intolerância com alguma substância. Fique atenta com os seguintes itens: leite de vaca, castanhas (como o amendoim), frutos do mar e carne de porco. Mas, antes de riscá-los no cardápio, converse com o seu médico. Outra dica importante é abrir mão de bebidas alcoólicas durante o período em que estiver amamentando.
2. Fazer regime pode?
Recuperar a boa forma após a gestação é o desejo de muitas mulheres. Porém, cortar calorias é perigoso, afinal o organismo precisa de energia para produzir o leite materno. Para alimentar o bebê, as mulheres precisam de 20% a mais de calorias do que as necessárias em outra fase da vida. Sem contra que o ato de amamentar faz perder peso gradualmente.
3. Alimento light ou diet
O ideal é fazer uso moderado dessas substâncias, pois elas não são consideradas saudáveis. É ainda melhor usar açúcar, em menor quantidade. Se a mãe quiser fazer uso de adoçante que não ultrapasse dois envelopes por dia (duas colheres de café se for em pó ou dez gotas se for líquido).
4. Período indicado da amamentação
A Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde recomendam a amamentação exclusiva por seis meses. Após este período, é indicado que o leite materno continue sendo oferecido em parceria com a alimentação complementar. Isso pode se estender até os dois anos de idade ou mais.
5. Tempo de cada mamada
Cerca de dez minutos em cada peito são suficientes. Porém, nos primeiros dias, quando o hábito começa a ser estabelecido, o tempo pode ser bem maior. E o intervalo entre uma mamada e outra deve ser de duas a quatro horas.
6. Como aumentar a quantidade de leite
A própria sucção é um estímulo para a produção de leite. Cabe à mãe, ingerir bastante água, pois ela é matéria-prima essencial nesse processo. Outra dica é esvaziar o peito para que a produção não pare. Por isso, se o bebê não mamar todo o leite disponível, retire o que sobrou. Inclusive, existem acessórios indicados para isso. ~
7. Mamãe vegetariana
É importante redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar de que está ingerindo vitaminas e minerais suficientes. Uma consulta com um nutricionista pode ser a melhor opção para elaborar um cardápio adequado, com refeições e lanches saudáveis.
8. Atenção com os gases
Alimentos como brócolis, repolho, feijão, ovo, marisco, chocolate, milho, cebola, alho e alguns temperos podem causar gases, diarreia ou brotoeja no bebê. Produtos industrializados e com muitos corantes e aditivos também podem fazer mal. Mas isso varia de mulher para mulher, para se certificar de quais alimentos afetam o bebê, basta eliminá-los da dieta por um ou dois dias e observar se os sintomas desaparecem.
9. Cafezinho está liberado?
A cafeína pode ser eliminada ou deve ser reduzida durante a amamentação. Algumas vezes, afeta o leite e provoca agitação e irritação no bebê, além de desconforto no estômago. Se a cafeína for um problema, procure eliminar da dieta também os chás pretos, refrigerantes, chocolates.
10. Lanchinho bom
Adote o hábito de comer um lanchinho nutritivo como uma vitamina de iogurte batido com frutas, uma barrinha de cereais ou uma torrada com queijo, sempre que for dar de mamar.

Fonte- Nutróloga Liliane Oppermann
Site- www.doutoraliliane.com.br

DESCUBRA COMO TRATAR A FLACIDEZ E A GORDURA LOCALIZADA PÓS-GESTAÇÃO

Logo após o nascimento dos bebês, as mães já querem iniciar o processo estético para voltar ao corpo de antes da gestação, ou muito próximo disso. “O que mais incomoda as mulheres logo após o parto são as gorduras localizadas e a flacidez da pele”, explica o dermatologista Fernando Passos de Freitas.
A flacidez resulta da perda de colágeno e elasticidade da pele provocadas pelo efeito sanfona natural nas gestantes. E as gorduras localizadas são causadas por uma má alimentação e distribuição das gorduras no corpo.
“Predisposição genética e disfunções hormonais também são inimigos do corpo da mulher”, diz o dermatologista.
Para tratar desses incômodos gerados pela gravidez, alguns tratamentos são indicados e outros contra- indicados para o pós- parto.
Visando orientar as mulheres, Fernando Passos de Freitas criou uma lista com tratamentos disponíveis e outras práticas que não apresentam efeitos colaterais para mães e filhos
Fibras – Uma dieta balanceada e rica em fibras ajuda na reconstrução do colágeno e firmeza da pele.
Endermologia- Através de massagens a vácuo, a endermologia contribui para uma melhor circulação do sangue e o endurecimento dos tecidos, contribuindo para o processo de eliminação da flacidez da pele. O tratamento só pode ser realizado após 6 meses da gestação.
Reaction: O aparelho reúne três níveis de radiofreqüência e um sistema de sucção para combater a celulite, gordura localizada e a flacidez. Ele aquece a pele visando melhorar a circulação, murchar as células de gordura e estimular o colágeno da face. Com esse aparelho é possível controlar a intensidade e a profundidade em que a energia penetra na pele, de acordo com a necessidade do paciente.
Laser CO2 Fracionado é utilizado para rejuvenescimento facial, tratando as rugas finas, fotoenvelhecimento, aspereza da pele, cicatrizes de acne, estrias e manchas provocadas pelo sol (melanose solar, lentigos, e efélides ou sardas).
O tratamento age otimizando a remodelação do colágeno, utilizando o infravermelho para criar um processo inflamatório local, estimulando nova formação de elastina e colágeno, promovendo a renovação da pele. Este tratamento é menos invasivo que os métodos tradicionais e a recuperação é rápida.
Exercícios físicos – Durante a gravidez, as mulheres podem optar por praticar hidroginástica, pilates ou yoga, desde que recomendadas pelos médicos. Os exercícios pós-parto também são essenciais para aquelas que buscam recuperar a forma física.
Drenagem linfática – Ajuda a eliminar as toxinas do corpo e devolver a elasticidade da derme. Pode ser realizada durante a gestação, por estimular o sistema imunológico, diminuir inchaços e dores. Antes de realizar o procedimento, o médico deverá ser consultado.
Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas

SER OU NÃO SER MÃE?

Ser mãe é o tempo todo ter que fazer escolhas e concessões.
O que nos tornamos com a maternidade é algo que não pode ser dito, mas que só pode ser compreendido pelo sentimento que se passa no coração, e o nome deste sentimento talvez seja AMOR.
Mas também é ter que vivenciar outros sentimentos, nem sempre muito aceitos, como o ódio, a culpa e o medo.
É possível amar alguém que nunca vimos antes?
É possível dedicar-se a alguém que no início é absolutamente dependente, sem exigir nada em troca?
O que é este sentimento tão simples e tão profundo que mobiliza, amolece ou paralisa o coração de tantas mulheres?
Muitas destas questões rondam a mente de muitas mulheres que não conseguem fazer a escolha de ser ou não ser mãe.
Em prol da maternidade, abrir mão da vida profissional (mesmo que seja temporariamente), da própria independência, de dar atenção exclusiva ao marido, de ter tempo para si própria, e lidar com o sentimento de dúvida ou incapacidade de executar este papel tão simples e ao mesmo tempo tão complexo, dentre outras inúmeras situações, não é uma tarefa fácil de ser decidida.
Qual mulher que nunca se questionou em relação a estas ou outras questões relacionadas à escolha de ser mãe?
Na medida em que a mulher vai tendo certeza deste papel, passará a viver, aceitar e a preocupar-se com um só objetivo, o bebê que irá chegar e o que poderão viver juntos.
Escolher ser mãe implica em ter que se deparar com a sua mãe interna, e isto não têm absolutamente nada a ver com o fato de ter sido ou não criado pela sua própria mãe biológica, tendo ela sido boa ou nem tanto, mas o quanto ela mesma é capaz de acolher as suas próprias questões e poder doá-las a outro ser de forma incondicional.
Ainda que esperemos que o outro, em algum momento da vida, reconheça esta dedicação, ser mãe requer não esperar nada em troca, mas ser simplesmente recompensada pelo seu próprio sentimento que faz com que esta escolha valha à pena.
É claro que algumas mudanças e preparos devem ser tomados, como a logística de vida e organização do lar que receberá um ser absolutamente dependente de outro para sobreviver, além da disponibilidade interna.
Cuidar do seu próprio corpo que passará por muitas mudanças, também será importante.
A maternidade é uma escolha que só pode ser pessoal. Tornar-se mãe de forma deliberada ou por acidente, ainda assim nos encaminham a ter que fazer escolhas, muitas delas que podem ser capazes de nos dar uma oportunidade de viver algo que é único, independentemente do número de filhos que decidirmos ter.

Fonte- Psicóloga Cynthia Boscovich
Site- www.cuidadomaterno.com.br

MEDO DO PARTO: COMO DRIBLAR ESSE DILEMA

Tento sempre entender o que tudo isso significa, no entanto, o que me ocorre é que antes de mais nada, precisamos discriminar esse medo.
O medo constitui uma perturbação diante de uma ameaça, real ou imaginária. A situação talvez não seja concreta, mas sabemos que o medo existe e é a isso que estou me referindo.
Parto, segundo o dicionário, é o ato de parir, mas também pode dizer respeito a uma situação cansativa e difícil. Contudo, quando falamos de medo de parto, invariavelmente o associamos uma situação de ameaça, e já sabemos de antemão que estamos fazendo menção a algo que poderá ser longo e exaustivo.
Existem muitos mitos relativos ao parto e, principalmente quando se trata de parto normal, em geral estão vinculados ao medo de sentir dor, de vivenciar uma experiência que talvez se revele longa e desgastante, sobre a qual não há como ter controle absoluto, ao contrário dos partos por cesariana, que, muitas vezes, são até agendados.
Fala-se muito que o parto normal causa muito mais dor que a cesariana. Talvez esse seja um dos principais motivos que levam algumas mães a desistir de ter um filho por meio de parto normal. Claro que nesse momento sabemos que a palavra final acaba mesmo sendo do obstetra e, se ele não priorizar o parto normal e não tiver uma estrutura de equipe para atender a essa demanda, dificilmente diminuirá suas taxas de cesariana.
Pouco se fala, no entanto, dos benefícios de um parto normal para a mãe e para o bebê e que a cesariana existe para os casos em que o parto normal não foi possível ou oferece risco para a qualquer um dos dois. O que era regra agora virou exceção, e isso me entristece muito. A mulher que dá à luz pelos métodos normais, de forma segura e consciente, sente-se muito mais a protagonista do seu parto, além de mais forte no que se refere à sua feminilidade.
O Brasil foi considerado o país que tem o índice de cesariana mais alto do mundo, atingindo 44%, mas sabemos que na rede privada de saúde essa taxa sobe vertiginosamente, chegando até a ultrapassar os 90%.
E eu me pergunto: se tantos médicos sabem que o parto normal é melhor para as mulheres, o que os estimula a aumentar cada vez mais esses índices de cesariana?
Uma das respostas para isso certamente seriam as questões econômicas que um parto normal exige. A fim de conseguir elevar o número de partos normais realizados, um médico inquestionavelmente precisa ter uma estrutura bem montada e uma equipe confiável e isso se torna cada vez mais complicado, se levarmos em conta a política de saúde que inclui também os convênios de assistência médica, pois é inviável ficar durante horas com uma parturiente, aguardando o bebê nascer no momento certo e deixar de lado as outras pacientes do consultório.
Confiar no obstetra e na equipe que dará assistência ao parto é fundamental para a segurança da gestante e contribui muito para amenizar o medo do parto, assim como conhecer o hospital em que ela pretende dar à luz Além disso, ela deve se preparar internamente e o ambiente para receber o bebê. Contudo, não podemos deixar de lado as questões de cada gestante, que muitas vezes necessitam de cuidado e acolhimento não só familiar, mas também profissional. Ser acompanhada por um psicólogo especializado no assunto pode colaborar muito para o bem-estar da futura mamãe e até para a diminuição de sintomas tanto psicológicos quanto físicos, decorrentes do aumento de ansiedade, que fazem com que muitas substâncias e hormônios sejam secretados na corrente sanguínea da gestante, podendo prejudicar sua saúde e também o desenvolvimento do bebê.
A maternidade é um momento de grandes mudanças na vida de uma mulher. Portanto, estar segura e confiante no momento do parto e no início de vida do bebê, é fundamental para proporcionar um bom começo de vida a ele, para que se desenvolva física e psiquicamente saudável.
Fonte- Cynthia Boscovich

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