TOMAR ANALGÉSICO PARA MASCARAR A DOR DA CÓLICA MENSTRUAL PODE ATRAPALHAR NO DIAGNÓSTICO DA ENDOMETRIOSE

“A cólica forte é o principal sintoma da endometriose, doença que afeta cerca seis milhões de mulheres no Brasil e é uma das principais causas de infertilidade feminina”, alerta o ginecologista Joji Ueno (CRM-48.486), doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.
Em geral, a mulher considera a cólica algo natural e a doença passa despercebida. Ela toma um analgésico por conta própria para tentar manter seus compromissos sociais e profissionais, sem levar ao médico o problema, explicando o quanto essa dor a incomoda. “Um levantamento mostrou que, do início dos sintomas até o diagnóstico da doença, o tempo médio é de oito anos”, ressalta o especialista.
Vale destacar que ingerir medicamento sem orientação médica é um perigo. “Droga é qualquer substância, natural ou sintética que, introduzida no organismo modifica suas funções”, explica o ginecologista. Portanto, a utilização de qualquer droga tem de ser monitorada por um especialista, pois seu uso exagerado pode contribuir para problemas irreversíveis no sistema reprodutor.
Entenda mais a doença
A endometriose é uma doença caracterizada pela presença de tecido endometrial (tecido que reveste o útero internamente) fora da cavidade uterina. A causa exata deste problema ainda é desconhecida, mas sugere-se que, durante a menstruação, as células do endométrio passariam por meio das tubas uterinas para a cavidade peritoneal abdominal, onde se implantariam. “Os locais mais comuns de implantação são os ovários, trompas de Falópio, superfície externa do útero e septo reto-vaginal (área entre a vagina e o reto)”, explica o médico. Outras teorias indicam ainda alterações do sistema imunológico e herança genética.
A cada menstruação este tecido sangra causando dor pélvica, dor durante a relação sexual, queixas urinárias, intestinais e pode até levar à infertilidade. Dentre os sintomas mais comuns, estão:
• Dismenorréia severa (dor pélvica que ocorre durante a menstruação)
• Dispareunia (dor durante o ato sexual)
• Dor pélvica crônica
• Infertilidade
• Sintomas urinários com micções dolorosas
• Dor na região lombar baixa (costas)
• Desconforto abdominal
Diagnóstico precoce é fundamental
Ao camuflar os sintomas, ingerindo analgésicos todo mês, para aliviar a cólica, a paciente atrapalha o diagnóstico precoce. Por isso, quando ele acontece, muitas vezes, a doença já está avançada e, por um longo período, a mulher já sofreu demais com os seus sintomas perdendo qualidade de vida e comprometendo a sua saúde. “O diagnóstico pode ser feito por meio de uma laparoscopia que é um procedimento cirúrgico ambulatorial onde uma câmara é inserida na cavidade abdominal pelo umbigo, permitindo identificar as lesões e determinar a extensão da doença”, informa o especialista. A retirada de um pequeno fragmento de tecido suspeito (biópsia) para a realização de um exame anatomopatológico dará o diagnóstico exato.
Qual o tipo de tratamento
Isso depende da faixa etária da paciente, da extensão da doença, da severidade dos sintomas, da duração da infertilidade e dos planos reprodutivos do casal. “Os tratamentos incluem observação em pacientes assintomáticos e que não desejam engravidar, uso de analgésicos para a dor moderada, interrupção dos ciclos menstruais, progesterona de uso diário ou depósito, medicamentos que inibem o funcionamento dos ovários e tratamentos cirúrgicos que irão destruir o tecido endometrial, removendo as lesões e buscando restaurar a anatomia pélvica”, considera o médico. Vale destacar que a ressecção das lesões por laparoscopia pode elevar as chances de gravidez em mulheres inférteis.
É possível prevenir?
De acordo com os especialistas, não há prevenção. “Mas aquelas que usam anticoncepcionais orais para o controle da gestação tem uma menor incidência da doença”, confirma Ueno.

Fonte- Ginecologista Joji Ueno (CRM-48.486), doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.


ENTENDA A IMPORTÂNCIA DO EXAME DE HISTEROSCOPIA PARA A SAÚDE DA MULHER

Além disso, pode ser feito sem a colocação de espéculo, ‘bico de pato’, e isso permite a realização do exame em mulheres virgens. “Com a introdução do histeroscópio, que varia de 1,2 a 4 milímetros de diâmetro, é possível a visualização direta do interior desses órgãos”, acrescenta o especialista. Por isso, o exame é fundamental quando o assunto é infertilidade, sangramento uterino anormal, pólipo endometrial, miomas uterinos e câncer de endométrio, doenças que acometem muitas mulheres.
Outra novidade é que a histeroscopia ambulatorial pode ser uma opção à laqueadura, pois possibilita a esterilização definitiva. Os dispositivos são colocados dentro das tubas uterinas obstruindo-as de forma definitiva. “Como esse procedimento é feito via vaginal, não exige internação, anestesia ou cortes, como ocorre com a laqueadura convencional”, diz o médico.
Como o exame é realizado
Para realizar o procedimento, a paciente deve estar em posição ginecológica e não pode estar menstruada, pois o sangramento atrapalha a visibilidade. Também não pode ser realizado por mulheres grávidas ou com infecções genitais. Segundo Ueno, o exame costuma ser feito em mulheres que já passaram da menopausa, afinal a presença de pólipos é muito comum nessa faixa etária.
O histeroscópio é introduzido pela vagina, que chega por meio do canal do colo uterino até a cavidade endometrial, levando luz ao seu interior e soro fisiológico para distendê-la. “Com uma câmera acoplada, que leva imagens até um monitor de TV, o próprio paciente pode acompanhar o exame em tempo real”, comenta o médico. Ao término do procedimento, a paciente pode retornar às suas atividades cotidianas, desde que siga as orientações médicas.
Vale destacar que a histeroscopia diagnóstica é rápida e pode ser feita sem anestesia. Em casos em que há pequenos pólipos, a retirada da lesão pode ser feita no mesmo ato, sem internação. As pacientes costumam queixar-se apenas de uma ligeira cólica durante o exame, sendo que a intensidade varia de mulher para mulher. E Ueno informa que todos os exames são fotografados ou gravados.
Em que momento deve ser feito
O médico ginecologista deve solicitar este exame quando há suspeita de doenças dentro do útero. A histeroscopia pode ser realizada com dois objetivos: completar a investigação de um problema, como um sangramento anormal; ou para a retirada, por exemplo, de um mioma que está atrapalhando a fertilidade ou provocando hemorragia.
A histeroscopia consegue mostrar pólipos e miomas da camada interna do útero, além de malformações uterinas que podem provocar abortos e até esterilidade. “Em alguns casos, até o câncer de endométrio pode ser diagnosticado por meio deste exame, seguido, por biópsia”, diz o especialista.
O procedimento possibilita ainda a retirada de DIUs (dispositivos intrauterinos) que não conta mais com fio visível e auxilia no diagnóstico e acompanhamento de lesões do colo uterino causadas pelo HPV (Papiloma Vírus Humano). Também é indicado para investigar e tratar casos de infertilidade, abortamentos de repetição e aderências.
Fonte- Ginecologista Joji Ueno (CRM-48.486), doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera

O QUE A MULHER DEVE SABER SOBRE A HISTERECTOMIA

Entre as possíveis indicações para a cirurgia, Ueno destaca:
Miomas uterinos: tumores comuns e benignos (não cancerígenos) que crescem no músculo do útero. A maioria não cria problemas e diminuem depois da menopausa, mas outros podem levar a hemorragia e dores.
Hemorragia uterina anormal: perda de sangue irregular pela vagina
Prolapso uterino: o útero desce e ‘cai’ na vagina, entrando dentro dela. Este problema ocorre devido aos músculos e/ou tecido enfraquecidos.
Endometriose: quando o tecido endometrial (a cobertura interior do útero) começa a aumentar e crescer para fora do útero e sobre os órgãos próximos. O problema provoca períodos menstruais dolorosos com hemorragia vaginal, além de interferir na fertilidade.
De acordo com o especialista, a histerectomia pode ser de três tipos:
• Histerectomia total que remove o colo do útero, bem como o útero.
• Histerectomia subtotal que remove a parte superior do útero e mantém o colo do útero.
• Histerectomia radical que remove o útero, colo do útero, anexos uterinos e outras estruturas próximas, utilizada em tratamentos de câncer.
Durante um período, a cirurgia só podia ser abdominal total, ou seja, por meio de uma incisão abdominal. Com o desenvolvimento da medicina, os procedimentos ficaram cada vez mais cada vez menos invasivos e perigosos. Hoje, a cirurgia pode ser feita via vaginal, com uma incisão profunda no interior da vagina; via vaginal assistida laparoscopicamente, semelhante a anterior, porém com a utilização de um laparoscópico inserido por meio de um corte feito no umbigo. “O uso deste instrumento permite que a parte superior do abdome seja examinada minuciosamente durante a cirurgia”, diz Ueno. E há ainda a histerectomica supracervical laparoscópica, uma nova opção cirúrgica que usa a laparoscopia para retirar o útero, deixando intacto o colo uterino.
Uma histerectomia abdominal exige internação por cerca de três dias. No caso de cirurgia vaginal ou laparoscópica a instalação não ultrapassa dois dias. A histerectomia subtotal videolaparoscópica necessita menos de 24 horas de internação. “A histerectomia é um procedimento cirúrgico que necessitará de quatro a seis semanas para recuperação completa da paciente e uma semana quando realizada pela laparoscopia (subtotal). E tempo de recuperação depende do tipo de procedimento realizado”, finaliza o médico.

Fonte- Ginecologista Joji Ueno (CRM-48.486), doutor em medicina pela Faculdade Medicina da USP e responsável pelo setor de Histeroscopia Ambulatorial do Hospital Sírio Libanês e Diretor na Clínica Gera.

6 Perguntas e Respostas sobre amamentação e cuidados com as mamas

1-Durante a gestação as mamas já se preparam naturalmente para o período de amamentação? Que mudanças ocorrem?
Sim, as mamas já se preparam naturalmente. As mamas são estruturas dependentes de hormônios e, por isso, durante a gravidez com o aumento dos hormônios na circulação ocorre o crescimento e ramificação do sistema de ductos mamários, por onde passará o leite no momento da amamentação. Há também grande depósito de gordura na região. No início da gravidez conforme as mamas vão crescendo, já em torno da quarta semana de gestação (1 mês), pode-se sentir um formigamento e aumento da sensibilidade nas mamas, em resposta à ação dos estrógenos, da progesterona e dos demais hormônios envolvidos na gravidez. Devido ao aumento do aporte de sangue na região durante a gravidez, as veias das mamas podem tornar-se mais visíveis (aumento da vascularização).
Com aproximadamente oito semanas aparecem os tubérculos de Montgomery, que são nódulos formados pela dilatação e maior ativação das glândulas sebáceas na região em volta dos mamilos. A função deste sebo secretado é deixar o mamilo mais macio e flexível para facilitar a amamentação. Com 12 semanas a área que circunda os mamilos fica mais pigmentada (escura), mantendo-se assim por até aproximadamente 12 meses após o parto.
Por volta da segunda metade da gestação pode surgir uma secreção incolor, rica em anticorpos e aminoácidos, que é o colostro, que persiste até o final da gravidez, sendo que o leite propriamente dito, só aparece três ou quatro dias após o parto aproximadamente.
O mamilo estimulado pela sucção do bebê provoca a liberação de ocitocina e prolactina. A ocitocina é um hormônio que provoca além da ejeção do leite, também contrações uterinas, e por isso muitas mulheres sentem o útero contraindo enquanto amamentam seus bebês nos primeiros dias. Isso ajuda o útero a retornar ao tamanho normal depois do parto.
2- Mesmo com essa preparação natural, que cuidados a mulher pode ter para ajudar no processo e deixar a região mais preparada para a amamentação?
As massagens nas mamas também são recomendadas nesse período. São simples de serem feitas e bastante indicadas pelos médicos. Segure a mama com as duas mãos, uma de cada lado, e faça uma pressão da base até o mamilo, como se fosse uma ordenha. Repita o movimento pelo menos cinco vezes com delicadeza, mas com energia. Depois, faça o mesmo com uma mão em cima e outra embaixo da mama. Esse procedimento ajudará na “descida” do leite e pode ser repetido uma ou duas vezes por dia.
3- A antiga recomendação de passar bucha vegetal é mesmo eficaz? Porquê? Se sim, deve ser feita em qual período, com qual frequência?
Sim. É recomendável usar a bucha vegetal durante o banho para lavar a região das aréolas e mamilos. Isso faz com que a pele dos mamilos não fique tão sensível, ajudando na hora de amamentar. Algumas pessoas podem no início sentir muita dor e até sangramento ao fazer isso. Portanto, não se deve esfregar demais os mamilos. Apenas faça uma massagem com a bucha nessa região, sem esfregar demais. Caso contrário além da dor, você poderá ter pequenas contrações uterinas, uma vez que massagear os mamilos em excesso com a bucha, pode estimular a liberação de ocitocina e levar o útero a se contrair. O recomendável é fazer esta estimulação uma vez ao dia, durante o banho. Caso apresente quadro de ameaça de abortamento ou risco de trabalho de parto prematuro, esta técnica deverá ser suspensa. Outra dica é, sempre que possível, ficar só de camiseta em casa, sem usar sutiã. O mesmo efeito pode ser obtido cortando os bicos de um sutiã velho para usar em casa. Isso também ajuda a deixar a pele dos mamilos menos sensíveis, já que ficarão “raspando” diretamente na blusa.
4- E os banhos de sol, porque são importantes nessa fase? Tem algum horário mais indicado? Quantos minutos e vezes por semana são recomendados?
O banho de sol é um dos melhores procedimentos para preparar as mamas. Tome de 10 a 15 minutos de sol nas mamas, de preferência todos os dias. Os melhores horários são antes das 10h da manhã ou depois das 3h da tarde. Dependendo do seu tipo de pele e da intensidade do sol, você pode aumentar ou diminuir um pouco esse tempo, porém não abuse. O calor do sol ajudará a deixar a pele mais resistente preparando melhor as mamas para o período da amamentação.
5- E quanto aos cremes hidratantes? Devem ou não ser usados na área? Existe alguma substância que seja mais indicada e que deve constar na fórmula?
Os cremes hidratantes podem e devem ser usados nas mamas durante a gestação, principalmente para evitar o aparecimento de estrias, ajudando na hidratação e melhorando a elasticidade do tecido mamário que em breve irá aumentar de volume. Esses cremes hidratantes são aliados eficazes nessa luta, pois também possuem substâncias que ajudam na regeneração da pele. Produtos que contenham em sua fórmula uréia (máximo 3%), lactato de amônia, colágeno, elastina, vitamina E, e óleos vegetais, são recomendados antes da gravidez e durante a gravidez. Porém mesmo que a gestante já tenha utilizado algum creme ou óleo antes da gravidez, é importante perguntar ao médico para saber se há alguma substância na sua fórmula que possa prejudicar o desenvolvimento do bebê.
6-Deve-se ter algum cuidado com os sabonetes utilizados nessa região, para evitar ressecamento?
A recomendação é lavar o bico do peito (aréola e mamilo) apenas com água. Não utilize sabonete diretamente nessa região. Eles já têm uma hidratação natural ideal que deve ser preservada. Claro que durante o banho um pouco de sabonete pode escorrer, e não há causa pra pânico. O que não se deve é usar o sabonete diretamente nos bicos esfregando-os, já que isso pode aumentar ainda mais a sensibilidade nessa região.
Fonte- Ginecologista e Obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho
Site- http://www.domingosmantelli.com.br/

DESCUBRA COMO TRATAR A FLACIDEZ DA PELE PÓS-GESTAÇÃO

Após o nascimento do bebê, a grande maioria das mulheres fica com a pele flácida, principalmente na região da barriga, pois além da pele esticar ocorre também a distensão da musculatura na região. Para tratar essa flacidez existem algumas saídas, como: realizar atividade física diariamente, fazer tratamentos estéticos e fazer uma abdominoplastia.
“Tanto as sobras de pele quanto os deslocamentos musculares têm origem em situações onde o abdômen é submetido a um processo de grande distensão (aumento de volume). O fator mais comum para essa distensão é a gestação e, portanto, as mulheres que ganharam muito peso durante a gestação, naturalmente passam a ser candidatas a dermolipectomia abdominal”, afirma o cirurgião plástico Rogério Schutzler Gomes.
A abdominoplastia é mais comum de ser indicada em ganhos de peso acima de 15kg durante a gestação, mas dependendo de fatores familiares (predisposição para estrias e flacidez), tipo de pele (as claras resistem menos a distensão), cuidados com cremes para hidratação e tratamentos estéticos, pode ser indicada com ganhos abaixo deste valor.
A abdominoplastia é indicada para quem quer retirar os grandes excessos de pele na região acima e abaixo do umbigo e reposicionar os músculos que compõem a parede abdominal. É comumente associada com Lipoaspiração da cintura e costas, podendo ser aproveitado para fazer preenchimentos em bumbum (Lipoenxertia) para melhor definição da silhueta corporal. Quando associado Lipoaspiração no abdomên com estômagos altos, é denominada de Lipoabdominoplastia, técnica que leva a correção da flacidez e excesso de gordura abdominal simultaneamente.
Para realizar essa cirurgia é preciso fazer um exame clínico detalhado feito por um cirurgião plástico. O abdômen precisa ser avaliado como um todo, “frente e verso” para que o equilíbrio no contorno corporal seja atingido após a cirurgia. Desvios de coluna e alterações posturais também contribuem sensivelmente no contorno abdominal e precisam ser avaliados com cuidado.
As opções anestésicas para a dermolipectomia abdominal são o bloqueio peridural ou a anestesia geral. O procedimento demora em torno de três horas podendo variar de acordo com a técnica a ser empregada.
Na maioria dos casos, a paciente recebe alta hospitalar no dia seguinte da cirurgia e usando um malha modeladora.
Na primeira semana, é normal que a paciente sinta dificuldades em se manter completamente ereta e adote uma posição levemente curvada ao andar, até que a pele recentemente “esticada” se adapte melhor em sua nova posição.
A dor, quando presente, não costuma ser muito intensa e pode ser controlada com analgésicos comuns na maioria das vezes. Não são raros os casos onde, ao invés de dor, a paciente sinta dormência e insensibilidade por um período variável. Intercorrências, como hematomas, infecção, seroma, trombose, são raras quando observados os cuidados passados pelo seu cirurgião plástico.
O resultado é habitualmente gratificante, pois há resgate do tônus abdominal e correção da flacidez, muito alterados pela gestação.

Fonte- Cirurgião Plástico Rogério Schutzler Gomes
Site- www.rogeriogomes.com.br

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