10 ALIMENTOS QUE NÃO PODEM FALTAR NO PRATO DA GRÁVIDA

Segundo a Dra. Anna Bordini (CRM- 111.280), ginecologista e obstetra com prática em oxidologia da Clínica Bertolini, a gravidez exige cuidado redobrado com a alimentação, já que não podem faltar nutrientes para a mãe e o bebê. “É importante a mãe ter uma alimentação variada e equilibrada para que o bebê receba os nutrientes certos para crescer e desenvolver-se. O ideal é se alimentar várias vezes ao dia, procurando fazer refeições pequenas e com intervalos regulares”, afirma.
Mas atenção mamãe: comer bem não significa que você deve comer por dois. “O bebê não precisa da mesma quantidade de nutrientes que a mãe, por isso não há necessidade de dobrar a alimentação. Comer de 300 a 500 calorias a mais já é o suficiente”, explica Bordini.
As mães devem ficar de olho na balança durante a gestação, pois o ganho rápido de peso pode causar doenças. “O aumento de peso em pouco tempo pode desencadear a diabetes gestacional, hipertensão e até mesmo o parto prematuro, devido ao aumento das taxas de açúcar no sangue de forma rápida”, alerta a médica.
Cardápio especial para as mamães
Alguns alimentos podem fazer toda a diferença na gestação. Além de garantirem o desenvolvimento do bebê, eles ajudam a eliminar sintomas desagradáveis, como inchaço, insônia e prisão de ventre, e a diminuir o risco de doenças graves, como hipertensão e diabetes gestacional. Veja quais são esses alimentos poderosos:
1. Peixes e frutos do mar
A maioria dos peixes e frutos do mar pode ser consumido durante a gravidez, desde que seja bem cozido. O salmão, por exemplo, é rico em ômega 3 e tem ação anti-inflamatória, além de contribuir para a formação neurológica, cerebral e pulmonar do bebê. Mas as gestantes devem evitar alguns tipos de peixes e consumir outros com moderação. “Cação, peixe-espada, garoupa, atum e marlin devem ser evitados devido aos altos índices de mercúrio presentes em sua carne, algo que pode ser prejudicial ao desenvolvimento do sistema nervoso do bebê”, ressalta a médica.
2. Aveia em flocos
Contém fibras solúveis, que previnem a constipação intestinal, auxiliam no controle dos níveis de açúcar no sangue e na prevenção do diabetes gestacional. Além disso, por ser um carboidrato, a aveia oferece uma sensação de saciedade, evitando que a gestante coma mais que deveria. “Você pode comer duas colheres de aveia com iogurte desnatado antes de dormir para evitar quedas de açúcar no sangue durante a noite”, recomenda Bordini.
3. Leite e derivados
Ricos em cálcio, o consumo de leite é muito importante para o desenvolvimento ósseo do bebê e formação dos dentes do pequeno. Para a gestante o leite e seus derivados protegem da osteoporose e da pré-eclampsia. “A ingestão recomendada para gestantes é de três a quatro copos de leite por dia (1000 mg), que pode ser desnatado ou semidesnatado”, aconselha a médica.
4. Linhaça
A linhaça é um alimento funcional, ou seja, auxilia na prevenção de vários problemas, sem contar que é fibra alimentar e rica em ômega 6. Para o bebê, a linhaça favorece o desenvolvimento cerebral e da retina.
5. Batata-doce
Grande fonte de minerais como o manganês, ácido fólico, cobre, vitamina A e ferro. Além disso, a batata-doce ajuda no desenvolvimento celular do feto, assim como no seu crescimento ósseo, dentário. Também protege a visão e reforça o sistema imunológico da mãe e do bebê. “As batatas-doces são boas para as gestantes e também para as mulheres que estão tentando engravidar, porque são ricas em ácido fólico, que é essencial para o desenvolvimento saudável das células e tecidos”, destaca Bordini.
6. Laranja
A laranja é uma fonte de minerais como cálcio, ferro, fósforo, vitamina A e potássio. O ideal é consumir diariamente uma laranja com o bagaço.
7. Quinoa
Esse cereal é ideal para grávidas por possuir uma grande concentração de proteínas, componentes que necessitam ingerir em maiores doses, especialmente a partir do 3º trimestre da gravidez, que é quando o desenvolvimento fetal é mais rápido. A quinoa reúne fibras, proteínas, minerais e vitaminas, como a B6, que diminui a insônia e previne a depressão pós-parto.
8. Feijão
O feijão é rico em ferro e evita a anemia durante a gravidez e complicações no parto. “Recomenda-se que a gestante consuma, todos os dias, cerca de 30 mg de ferro. Ele pode ser consumido por meio do feijão, lentilha e vegetais de folhas verde-escuras, como espinafre e couve e carne vermelha”, acrescenta.
9. Carne bovina magra e Ovos
Proteínas e vitaminas são indispensáveis para a formação dos tecidos maternos e fetais. “A carne contém vitamina B12, que favorece o desenvolvimento cognitivo do bebê. Já os ovos, além de poucas calorias, contêm mais de 12 vitaminas e minerais”, destaca a médica.
10. Mais vegetais na gravidez
O brócolis pertence à família dos vegetais crucíferos, como o repolho, a couve-flor e a couve-de-bruxelas, que muitas pesquisas comprovam ter efeitos positivos na prevenção de doenças. Esse vegetal contém ácido fólico, um derivado da vitamina B que é sinônimo de proteção na gravidez. “O brócolis contribui para o desenvolvimento neurológico do bebê, evita malformação na medula e no cérebro. Também é rico em cálcio, importante para formação óssea. Para as mamães, combate anemia, alterações psíquicas e doenças cardiovasculares”, conclui.
Agora que você já sabe quais são os alimentos que não devem faltar no seu prato, fique atenta a quais devem ser evitados.
Tome nota:
-Doces e bolos;
-Café, chá, álcool e bebidas com gás;
-Mariscos (devido ao risco de salmonelas);
-Carne mal passada ;
-Queijo fresco de leite não pasteurizado (devido ao risco de contrair brucelose).

Fonte - Dra. Anna Bordini (CRM-111.280), ginecologista e obstetra com prática em oxidologia da Clínica Bertolini

VARIZES PÉLVICAS: DOENÇA COSTUMA AFETAR AS GESTANTES

A doença costuma afetar aproximadamente 15% das gestantes, normalmente mulheres que já apresentam probabilidade maior para desenvolver varizes. Por isso, segundo o angiologista Dr. Ary Elwing (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser, o ideal é que a mulher que deseja engravidar e apresenta varizes ou tem tendência já inicie seu tratamento antes da gestação. “Se a mulher quer engravidar e apresenta sintomas que podem indicar varizes pélvicas é importante realizar um tratamento antes da gravidez. Isso vai evitar que, durante a gestação, as veias se dilatem”, aconselha.
As varizes pélvicas são semelhantes às varizes nas pernas, mas ocorrem na região pélvica-útero e ovários, e tem sintomas bem característicos. Elas aparecem principalmente devido às alterações ocorridas durante a gestação. Essas alterações incluem volume de sangue que passa pelo útero, que fica muito aumentado nesse período, e as alterações hormonais que ajudam a dilatação do útero e das veias, o que contribui para o aparecimento das varizes. “Esse tipo de varizes costuma aparecer em mulheres maduras e que já tiveram muitos filhos. Mas excesso de peso, sedentarismo e distúrbios hormonais também são fatores que influenciam no desenvolvimento da doença”, diz Elwing.
Diagnóstico e tratamento

Muitas vezes as gestantes descobrem a doença acidentalmente, durante uma ultrassonografia. Mas quando os sintomas são mais evidentes, o diagnóstico pode ser feito por um ultrassom transvaginal, chamado Ecocolor Doppler Vascular Endovaginal, exame similar a uma ultrassonografia das veias e das artérias.
Os tratamentos para as varizes pélvicas podem ser clínico, que é o mesmo tratamento realizado para as varizes das pernas associado ao uso de medicação flebotônica, e embolização ou escleroterapia endovascular, feita nos casos mais graves da doença, tratados por métodos cirúrgicos que visam à remoção de todo o bloco varicoso. “O médico também pode indicar atividade física regular ou o ajuste das dosagens hormonais. O tratamento deve ser individualizado, afinal existem muitas formas para aliviar o problema. Não há cura, mas é possível controlar os sintomas, fazendo com que as mulheres tenham uma vida normal, livre das dores e da permanente sensação de peso e inchaço na região da pélvis”, ressalta o angiologista.
Fonte - Dr. Ary Elwing (CRM-22.946), especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser.

O USO DE SUPLEMENTOS E VITAMINAS NA GRAVIDEZ

A suplementação só é necessária em gestantes que já apresentam deficiência de algum nutriente. No entanto, se a grávida tiver uma alimentação saudável, o que, infelizmente, nem todas têm, não são necessários suplementos adicionais. A médica Suzete Motta explica que as exceções são o ferro, o ácido fólico e o cálcio. O magnésio também pode ser importante, porque muitas mulheres sofrem de deficiência desse mineral durante a gravidez, o que causa câimbras nas pernas. Caso seja necessário para o bebê, também pode tomar vitamina B12 ou vitamina B6.
“Há sim um aumento das necessidades nutricionais da mulher para a formação dos componentes da gestação, mas normalmente todos esses nutrientes podem ser obtidos através da própria alimentação. A gestante precisa ter um cardápio balanceado, que forneça todos os nutrientes necessários para que o bebê se desenvolva e a gravidez seja segura”, aconselha.
Veja a função de cada micronutriente especificamente durante a gravidez:
Vitamina A
Importante para o crescimento e para o desenvolvimento do feto. A sua deficiência no organismo pode causar defeitos congênitos, morte fetal, parto prematuro, retardo de crescimento intrauterino, baixo peso ao nascer e contribuir para uma baixa reserva do nutriente no recém-nascido. “Se consumida excesso também pode ser prejudicial, podendo provocar malformações fetais atribuídas a alterações no metabolismo do DNA”, alerta Motta.
Vitamina C
Segundo a médica, ainda não há dados suficientes que comprovem sua importância específica durante a gestação, mas a vitamina C é um antioxidante, promove a síntese de hormônios, ajuda na cicatrização das feridas e na absorção do ferro da dieta. Sua deficiência provoca maior risco de infecções, ruptura prematura de membrana, parto prematuro e eclâmpsia.
Vitamina D
Tem a função de regular o metabolismo do cálcio e do fósforo, necessários ao bom desenvolvimento dos sistemas nervoso, muscular e imunológico. “Essa vitamina pode ser adquirida através da dieta ou sintetizada na pele através de uma reação catalisada pela radiação”, explica.
Ácido Fólico
Atua como coenzima no metabolismo de aminoácidos, na síntese de DNA e RNA, é vital para a divisão celular e síntese protéica. Suzete Motta afirma que a sua deficiência provoca maior chance de deslocamento de placenta, nascimento precoce, morte neonatal, baixo peso ao nascer, prematuridade, anemia megaloblástica e defeitos no tubo neural. A recomendação de ácido fólico em grávidas é de 600 mcg.
Ferro
Reduz o nascimento de bebês prematuros e com baixo peso, reduz o risco de morte materna no parto e no pós-parto imediato, melhora a resistência às infecções; melhora a capacidade de aprendizagem da criança e é fundamental para o crescimento saudável. Sua deficiência provoca anemia ferropriva, que está associada à maior risco de mortalidade materna, menor resistência aos sangramentos do parto e puerpério, parto prematuro e baixo peso ao nascer.
“A OMS recomenda que todas as gestantes, independente da presença de deficiências dietéticas ou bioquímicas, devem receber dose profilática de ferro na quantidade de 30 a 40 mg durante todo o terceiro trimestre”, diz a especialista.
Cálcio
Importante na garantia da formação de estrutura óssea e dentária do feto. Sua deficiência no organismo durante a gestação e especialmente no período de amamentação pode levar à retirada do cálcio dos ossos da mãe para suprir as necessidades de formação do feto e para a produção de leite. “Se o bebê diminuir as reservas de cálcio da mãe, ela pode ter futuramente osteoporose, perdas de dentes e cáries”, alerta.
Suplemento certo para cada fase
Antes de engravidar: Ácido Fólico (1mg/dia)
Primeiro trimestre: Ácido Fólico (1mg/dia) e Vitamina B6 (30mg/dia)
Segundo trimestre: Ferro (45 a 60mg/dia), Cálcio (100 a 150 mg/dia) e Magnésio (200mg/dia)
Terceiro trimestre: Ferro (45 a 60mg/dia) e Ômega 3 (500mg/dia)

Fonte - Dra. Suzete Motta (CRM-SP 93004) médica com formação em medicina esportiva.

ENTENDA O PORQUÊ DOS DESEJOS ‘ESQUISITOS’ DAS GRÁVIDAS

Embora o desejo por comidas esquisitas durante a gravidez ainda seja um mistério, há provas de que o paladar e o olfato das gestantes sofrem alteração no primeiro trimestre de gestação. “Devido aos hormônios, algumas mulheres podem passar toda a gravidez com estes sentidos alterados. A mudança corporal e o comportamento também são fatores que podem interferir na vontade de comer certas coisas”, destaca a nutróloga.
Essa desordem alimentar que acontece no período da gestação é denominada picamalácia ou pica, sendo responsável pela vontade de ingerir alimentos com pouco ou nenhum valor nutritivo. Os desejos mais comuns são doces e derivados do leite, e essa vontade corresponde à forma que o corpo encontra para sinalizar que está com algum tipo de deficiência nutricional. “A gestante precisa ter consciência que seu corpo emite um alerta para que possa repor os nutrientes que estão faltando em sua alimentação e controlar a vontade de comer alimentos inusitados”, afirma Liliane.
As gestantes que têm desejos por substâncias não comestíveis merecem atenção especial. Ingerir tinta, terra ou algodão pode trazer complicações graves para a gestante e o bebê. “Ao ingerir tais substâncias, a gestante pode desenvolver feridas no estômago, ter um parto prematuro, contribuir para o baixo peso da criança ao nascer ou aumentar o risco de morte no caso de substâncias altamente tóxicas”, garante a nutróloga.
Como lidar com tais desejos
A gestante deve estabelecer uma alimentação saudável com mais calorias para nutrir o bebê e que esteja composta de alimentos nutritivos. Na gravidez, é importante tentar aumentar a ingestão de determinados nutrientes como ácido fólico, ferro, cálcio e proteína. “A gestante deve manter uma dieta equilibrada para suprir suas necessidades nutricionais e emocionais, evitando o desejo de comer alimentos ou substâncias que possam prejudica-la”, alerta a médica.
Procure conter estes desejos, principalmente, se existir o risco de fazer mal. Não deixe de tomar um café da manhã reforçado, exercite-se com moderação e fique perto de pessoas próximas que possam lhe dar atenção e carinho. “Estar com a família faz bem para o bem-estar físico e psíquico da gestante evitando que ela tenha que recorrer à comida para satisfazer uma carência”, finaliza a nutróloga Liliane Oppermann.

Fonte - Nutróloga Liliane Oppermann – (CRM- 123314)



ANEMIA NA GRAVIDEZ: PREVINA E TRATE

A anemia se caracteriza pela diminuição de células sanguíneas- hemácias- responsáveis pelo transporte de oxigênio da mãe para o bebê. É comum após 20 semanas de gravidez, já que o sangue da gestante tende a diluir. A anemia também pode surgir na amamentação, já que parte do ferro da mãe passa para o bebê através do leite.
“As anemias podem ser causadas por vários fatores. Algumas raras, em que a mulher, antes mesmo de engravidar, já apresenta uma deficiência na formação da hemoglobina. A falta de ácido fólico e vitamina B12 também podem desencadear o problema”, explica a médica nutróloga e ortomolecular Liliane Oppermann.
Existem quatro tipos de anemia e, apesar de provocarem os mesmos sintomas, elas precisam de tratamentos e terapias nutricionais diferentes. Por isso, quando se tem suspeita da doença, é necessário fazer exames específicos e seguir uma dieta ideal de acordo com o diagnóstico.
A maior parte dos casos em que as grávidas apresentam redução de hemácias no organismo se deve a uma alimentação inadequada. A prevenção da anemia na gestação pode ser feita com suplementação de ferro e ácido fólico, além de orientação nutricional. “É importante lembrar que gestantes vegetarianas devem receber suplementação de outras vitaminas, como as do 'complexo B', que estão presentes principalmente em alimentos de origem animal”, afirma a nutróloga.
A nutróloga elaborou uma lista de nutrientes que são fundamentais durante a gestação.
Ferro: Faz parte da hemoglobina, substância dos glóbulos vermelhos responsável por transportar oxigênio para todo o corpo. Na gravidez, mais ferro é necessário para a maior produção de hemoglobina: 30 mg por dia. Para assegurar uma adequada produção de hemoglobina, o feto recorrerá às reservas da mãe, se necessário. Além disso, a gestante também perderá sangue na hora do parto. Para evitar a deficiência de ferro, anemia e complicações na hora do parto, é importante comer, todos os dias, alimentos ricos em ferro. Muitas mulheres já iniciam a gestação com baixas reservas de ferro. Portanto, além dos alimentos, recomenda-se suplementação durante o segundo e o terceiro trimestre. Alimentos ricos em ferro: carnes, aves, peixes e fígado têm um tipo de ferro que é muito bem absorvido. Já as leguminosas, como feijão, lentilha e grão-de-bico, e as folhas verde-escuras, como espinafre e couve, contêm outro tipo, mais difícil de ser absorvido. Para ajudar a absorção deste ferro, consuma junto alimentos ricos em vitamina C, como frutas e sucos de laranja, limão, goiaba, acerola, caju, maracujá.
Proteínas: é fundamental para a produção das células e dos tecidos novos da mãe e do bebê. Recomendam-se 60 gramas de proteínas por dia (10 a 12 gramas a mais do que uma mulher não grávida). Alimentos ricos em proteínas: carnes, aves, peixes, ovos, leite e derivados, feijão, ervilhas, grão-de-bico, nozes.
Carboidratos: São muito importantes, pois fornecem as calorias adicionais que a gestante necessita. Se você não consumir as quantidades adequadas de carboidratos, começará a utilizar as proteínas como fonte de energia, e isso não é bom, pois devem ser poupadas para outras funções. Alimentos ricos em carboidratos: pães, cereais, arroz, massas, batata, frutas.
Ácido fólico: é fundamental para a formação do sistema nervoso do feto, na formação do sangue e das células. Recomenda-se o consumo de 600 microgramas de ácido fólico por dia, 200 microgramas a mais do que para as não grávidas. É possível obter as quantidades necessárias a partir de uma alimentação bem equilibrada. Para garantir que a quantidade certa esteja sendo ingerida, e, assim, prevenir malformações, os obstetras recomendam a suplementação.. Alimentos ricos em ácido fólico: folhas verdes como espinafre e brócolis, fígado, laranja, batata-doce e abóbora, alimentos integrais e legumes.
Vitamina B12: Também atua na produção sangüínea e na produção de células novas. A deficiência de vitamina B12 é rara, uma vez que ela está presente em todos os alimentos de origem animal. As mulheres que consomem estes alimentos conseguirão facilmente receber as quantidades necessárias. Já as gestantes que consomem dieta vegetariana devem receber suplementação. Alimentos ricos em vitamina B12: carnes, peixes, aves, leite e derivados, ovos.
Cálcio: Este mineral está envolvido na formação de ossos e dentes do bebê. A ingestão diária de cálcio recomendada para as gestantes maiores de 18 anos é de 1.000 mg, o equivalente a 3 a 4 copos de leite (integral ou desnatado). Para grávidas menores de 18 anos, a recomendação é de 1.300 mg. Muitas mulheres, mesmo antes de engravidar, não conseguem ingerir as quantidades suficientes. Por isso, durante a gestação, têm mais chances de apresentar deficiências: numa dieta insuficiente, o feto utilizará as reservas maternas. Alimentos ricos em cálcio: leite e derivados, vegetais como couve, agrião, mostarda e brócolis, sardinha em lata, alguns tipos de feijão, produtos à base de soja como tofu e alimentos fortificados.

Fonte- Médica Nutróloga e Ortomolecular Liliane Oppermann
Site- www. doutoraliliane.com.br

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