DESCUBRA O QUE PODE E O QUE NÃO COMER NA GESTAÇÃO

A nutróloga Liliane Oppermann revela todos os segredos para uma alimentação balanceada e saudável para mães e filhos.
“Inicialmente as mulheres devem eliminar o consumo excessivo de sal, a ingestão de bebidas alcoólicas e pimentas, além de evitar a cafeína”, explica Liliane.
A gravidez exige atenção e controle de peso, as mulheres devem acrescentar no consumo diário, apenas 300 calorias, que devem ser provenientes de leite desnatado, frutas e legumes.
“O excesso de gordura pode prejudicar a gestação com o aumento de gases e dores abdominais. Nos bebês a ação da gordura é ainda pior, afetando a formação dos órgãos, gerando cólicas nos primeiros meses de vida e aumentando os riscos de obesidade, diabetes e doenças cardiovasculares”, alerta a nutróloga.
Os salgadinhos, refrigerantes e comidas enlatadas que contém excesso de sódio e gordura trans devem ser erradicados da dieta das grávidas.
As carnes malpassadas, de porco, boi e vaca e verduras mal lavadas não devem ser consumidas, pelo risco de conter o parasita da toxoplasmose, que causa complicações no sistema imunológico dos pequenos.
“Para as mamães apreciadoras da culinária japonesa, é preciso descartar o consumo de peixes crus, pela alta concentração de mercúrio, que pode causar cegueira e até danos cerebrais nas crianças”, orienta Liliane.
Os peixes e frutos do mar mal cozidos também são fonte do parasita toxoplasma.
Os queijos e leites não pasteurizados são proibidos na gravidez. Esses alimentos podem abrigar a bactéria Listeria, responsável por doenças fatais nos bebês. No mais, o consumo de frutas, verduras e legumes não possui restrições, desde que sejam lavados previamente.
Nozes, sementes de girassol e castanhas são fonte de ômega 6 (ácido linoléico) e auxiliam no desenvolvimento do cérebros das crianças.
“ Os itens também são importantes na prevenção da pressão arterial alta das gestantes”, afirma a médica.
Entre outros alimentos recomendados estão a soja, trigo, aveia, beterraba e espinafre pela riqueza em ferro. Frutas que contém vitamina C, como a acerola, morango, laranja e kiwi também são indicados às gestantes.

Fonte- Nutróloga Liliane Oppermann
Site- www.doutoraliliane.com.br



TRATAMENTOS ESTÉTICOS NA GESTAÇÃO

Manchas no Rosto e na Barriga- Pode-se usar cremes clareadores formulados por um especialista que não contenham ácido retinóico ou hidroquinona. A fórmula pode ter ácido kójico, ácido azelaico e arbutim em baixas concentrações. Podem ser aplicados cremes com vitamina C . É indicado usar sempre protetor solar com proteção ultravioleta A e B (UVA/UVB)
Peelings- São indicados somente peelings dermoabrasivos( cristal ou diamante); os peelings químicos (ácido retinóico, ácido tricloroacético, etc..) estão contra indicados na gravidez e amamentação.
Maquiagem e esmaltes- De acordo com o dermatologista Fernando Passos de Freitas, a gestante pode usar esmalte e maquiagem sem restrição alguma.
Cremes com DMAE para o rosto- Não! DMAE, ácido retinóico e hidroquinona não podem ser usados na gestação.
Depilação com Cremes Depilatórios- Cremes depilatórios, descorantes de pêlos e laser para depilação estão proibidos. Faça a depilação com lâmina ou cera.
Drenagem Linfática- A drenagem linfática é ótima para aliviar as dores nas pernas causadas pela retenção de líquido na gravidez. Alguns cuidados devem ser tomados como: evitar a drenagem do abdômen e não usar cremes corporais com Nicotilato de Metila e/ou Cafeína.
Tratamentos para Acne- A acne pode piorar no primeiro trimestre da gravidez, pois nessa fase aumenta a produção do hormônio progesterona. A acne pode ser tratada com antibióticos específicos orais e tópicos, sabonete líquido com ácido salicílico em baixas concentrações.
Tratamentos para as Estrias- Use hidratantes potentes formulados com óleos (amêndoas, semente de uva, rosa mosqueta, etc.), ácido lático. A uréia não deve ser usada. Pode-se fazer também peeling de cristal, caso as estrias não estejam localizadas no abdômen.
Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas



Alterações na pele na gestação: Como reconhecer e tratar

Mesmo sendo alterações fisiológicas (normais do organismo, sem significar doença), podem ser motivo de angústia para muitas gestantes. Estas alterações podem permanecer após o parto ou desaparecerem espontaneamente.
As alterações pigmentares (manchas na pele) podem ocorrer em 75 a 90% das grávidas, de forma e localizações variáveis. As manchas são denominadas “melasmas”, e podem aparecer durante o primeiro trimestre da gravidez, acentuando-se nos últimos meses quando os níveis hormonais são mais elevados. A exposição ao sol pode piorar o problema. Para preveni-lo deve-se evitar a radiação ultravioleta, utilizando protetores solares potentes. O dermatologista Fernando Passos de Freitas elaborou uma pequena lista de alterações que podem ocorrer na pele da mulher durante a gravidez. Veja:
Manchas na pele: Pode- se usar cremes clareadores formulados por um especialista que não contenham ácido retinóico ou hidroquinona. A fórmula pode ter ácido kójico, ácido azelaico e arbutim em baixas concentrações. Podem ser aplicados cremes com vitamina C. É indicado usar sempre protetor solar com proteção ultravioleta A e B (UVA/UVB). Peelings- São indicados somente peelings dermoabrasivos( cristal ou diamante); os peelings químicos (ácido retinóico, ácido tricloroacético, etc..) estão contra indicados na gravidez e amamentação.
Estrias: Elas surgem devido ao estiramento da pele, quando as fibras se rompem. Para evitar, a pele bem hidratada se torna obrigatoriedade. Após o banho,óleo de semente de uva ou de amêndoas estão indicados.Dica: ¨ Tire o excesso com água e, após enxugar-se, passe um hidratante à base de uréia, vitamina E, lanolina e óleos", ensina o dermatologista.
Acne- A acne pode piorar no primeiro trimestre da gravidez, pois nessa fase há um aumento da produção do hormônio progesterona. A acne pode ser tratada com antibióticos específicos orais e tópicos, sabonete líquido com ácido salicílico em baixas concentrações.
Celulite: A drenagem linfática é o método mais indicado. O profissional pressiona e desliza a mão por todo o corpo, direcionando o excesso de líquido para os gânglios linfáticos. Assim, as toxinas são eliminadas pela urina. Na gestação não é aconselhável fazer tratamentos com aparelhos elétricos.
Cuidados com a pele da mulher grávida
Convém considerar alguns cuidados que se deve ter com a pele durante a gravidez:
1- Todo produto que se use na pele deve estar autorizado pelo médico, já que pode ser absorvido pelo sangue e passar para o bebê.
2- Não se expôr ao sol, e usar proteção solar UVA e UVB para prevenir as manchas.
3- Busque manter o peso corporal adequado durante a gravidez.
4- Hidratar a pele com cremes com vitaminas A e D.
5- Evitar o uso de cremes anti-rugas ou anti-acne que contenham retinóides, assim como de creme para as celulites, dermoclareador, ou tratamento mesoterápico. Melhor consultar um dermatologista.
6-- Beba muita água.
Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas


PRIMO VISION AUXILIA NA DECISÃO DA ESCOLHA DO MELHOR EMBRIÃO E DIMINUI A INCIDÊNCIA DE GESTAÇÕES MULTIPLAS

De acordo com as normas éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM), é seguro implantar até dois embriões em mulheres de até 35 anos. Nas com idade entre 36 e 39 anos, até três embriões, e quando a mulher passa dos 40 anos, a regulamentação permite que sejam implantados até quatro.
No caso, da reprodução assistida, principalmente quando se trata do tratamento de fertilização in vitro (FIV). O médico pode implantar mais de um embrião já formado no útero da paciente, o que aumenta as chances de o procedimento gerar uma gestação múltipla.
Segundo o ginecologista Joji Ueno, doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e Diretor da Clínica Gera. Recentemente uma nova técnica que chegou ao Brasil irá prevenir a gravidez múltipla e revolucionar o campo da medicina reprodutiva. “O PRIMO Vision dispõe de uma nova tecnologia direcionada para mulheres que não conseguem engravidar e sofrem de múltiplas falhas de implantação embriões. O aparelho por meio de câmeras permite uma melhor seleção do embrião a ser transferido, o monitoramento contínuo realizado pelo embriologista pode influenciar na escolha do melhor embirão, do ponto de vista morfológico”, acentuou.
O novo equipamento está disponível em poucos centros de reprodução humana no mundo, no Brasil ele chegou em 2011. O aparelho é uma câmera, que após ser acoplada a uma incubadora, no laboratório, fornece informações precisas sobre o desenvolvimento dos embriões. Novas imagens dos embriões são capturadas minuto a minuto, o que permite a detecção precisa de clivagens, fragmentações, multinucleação, entre outras características importantes na cultura de embriões in vitro. Com o auxílio da câmera, os embriões são controlados individualmente do seu grupo. Após a análise das imagens, médico e o embriologista podem tomar a melhor decisão sobre a os embriões que serão implantados, visando assegurar uma maior taxa de gravidez e parto e uma menor incidência de gravidez múltipla.
O novo recurso permite a observação precisa da dinâmica de desenvolvimento de embriões como a extrusão corpo polar, formação PN, através de pontos de tempo de clivagens e intervalos de clivagem, pulsação blastocele e identificação exata de fragmentações. Sabemos que mudanças de temperatura, pH, umidade, exposição à luz descontrolada, correntes elétricas ou movimentos bruscos podem ser prejudiciais para o desenvolvimento do embrião. Com o emprego da câmera acoplada à incubadora, os embriões permanecem imóveis e não são afetados. Esta tecnologia ainda não tem uma aplicação rotineira nos tratamentos de reprodução assistida.
Veja, a seguir, como o funcionamento do PRIMO Vision:
• A imagem em tempo real dos embriões em desenvolvimento dentro da incubadora. Aquisição de imagem é transmitia para o computador em intervalos de 10 minutos.
• Detecção precisa da clivagem, fragmentações, multinucleação e outros eventos importantes da cultura in vitro de embriões.
• Os embriões são controlados individualmente em sua cultura de grupo.
• Melhor decisão sobre seleção de embriões (maior a gravidez e as taxas de natalidade, menor incidência de gravidez múltipla).
• Uma unidade de microscópio invertido observa todos os embriões de um paciente em uma placa de cultura de grupo.

O Ginecologista Joji Ueno, destaca o acesso remoto que o Primo Vision fornece facilita na avaliação dos embriões.
“As fotos são tiradas dentro da incubadora, as imagens podem ser visualizadas por meio da rede da clínica somente pelos profissionais autorizados. O recurso do acesso remoto não só lhe dá a oportunidade de analisar o desenvolvimento dos embriões, mas talvez no futuro poderá permitir a observação no conforto do seu escritório ou de casa. Porém, antes que isto possa ocorrer deverá haver a sinalização positiva da comunidade médica. Outra vantagem, é que permitirá um diagnóstico on-line com outros profissionais da área”, ressaltou.
Preserva o Ambiente
Segundo a embriologista da Clínica Gera, Luciana Semião os embriões podem desenvolver sem stress ou perturbação.
“A incubadora do laboratório proporciona um ambiente seguro e tranquilo. O ambiente no Primo vision não sofre com efeito de campo eletromagnético, os embriões não são movidos e as imagens capturadas são de excelente qualidade”, explicou. Outro fator importante é que os embriões não precisam ser retirados da incubadora para a checagem do número de células. Assim, ficam todo tempo em condições ideais até serem transferidos para o útero da mulher.
Pesquisas com o PRIMO vison:
O aparelho é novo e as pesquisas caminham para esclarecer seu real valor. Assim, a embriologista Luciana realizou um estudo científico intitulado: Imagem por time-lapse e o momento ideal para a clivagem embrionária no terceiro dia de desenvolvimento: resultados prelimiares”. Este estudo foi aceito para ser apresentado no Congresso da Sociedade Americana de Reprodução Assistida de 2012, San Diego, EUA, entre os dias 23 e 25 de outubro.
“O objetivo deste estudo foi avaliar a evolução do embrião para alcançar 2,3, 4 e 8 células e seu potencial de resultar em gestação positiva, por intermédio do sistema de imagem time-lapse”, destacou a embriologista Luciana Semião.
Este estudo demonstrou que não somente o número de células, mas o tempo que o embrião leva para o seu desenvolvimento é importante para avaliar sua qualidade. As chances de gestação são aumentadas em 60% a cada hora que o embrião demora a chegar ao estágio de 8 células.

Fonte - Ginecologista Joji Ueno, doutor em medicina pela Faculdade de Medicina da USP e Diretor da Clínica Gera.

SÍNDROME HELLP X PRÉ- ECLAMPSIA: ENTENDA A GRAVIDADE DESSAS COMPLICAÇÕES NA GESTAÇÃO

De acordo com o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli Borges Filho (CRM-107.997), a Síndrome Hellp só acontece quando a pré-eclampsia não é tratada. “Neste caso, a gestante precisa apresentar exames clínicos compatíveis com hemólise (rompimento da hemácia que libera hemoglobina), alteração das enzimas hepáticas (do fígado) e queda na contagem das plaquetas”, explica.
Dor na parte alta ou central do abdome, cefaleia, náuseas, vômitos e mal estar generalizado podem ser sinais da síndrome Hellp. “Se a pré-eclampsia é controlada, a síndrome Hellp não tem chance de acontecer e o risco de óbito é pequeno”, destaca o Obstetra.
Mulheres que sofrem de doenças crônicas do coração e dos rins, hipertensão, Diabetes, obesidade, gestação múltipla, pré-eclampsia na gravidez anterior e gestação acima dos 40 anos têm mais predisposição para desenvolver tais complicações.
“A pré-eclampsia também está associada ao descolamento prematuro da placenta, alterações da vitalidade fetal e aumento da morbidade e mortalidade neonatal”, acrescenta o ginecologista.
Entenda melhor cada uma das doenças
Domingos Mantelli Borges Filho explica a gravidade de cada uma dessas complicações na gravidez, confira!
O que é pré-eclampsia?
Conhecida como toxemia gravídica, a pré-eclampsia é um problema que ocorre em algumas mulheres durante a gravidez devido ao aumento da pressão arterial.
É possível notar isso geralmente após a 28ª semana de gravidez, mas para comprová-la é preciso que identifique a proteinúria, que corresponde à perda de proteínas na urina.
Como tratar?
O tratamento resume-se a repouso e medicamentos anti hipertensivos, sendo que em alguns casos é necessário internação. Se houver condições obstétricas favoráveis, pode-se induzir o parto na 40ª semana de gestação, porém muitas vezes é necessário antecipar esse parto e retirar o bebê ainda prematuro. Inchaço excessivo e pressão alterada são sinais que merecem ser investigados. “A gestante deve procurar seu médico, pois quanto antes diagnosticado o problema, mais efetivo será o tratamento”, aconselha.
O que é síndrome Hellp?
Envolve um conjunto de sinais e de sintomas, sendo que o hellp significa: "H" de hemólise (Hemolysis); "EL" de elevação das enzimas hepáticas (elevated liver enzymes), e "LP" baixa contagem de plaquetas (low plaquettes). É importante lembrar que as plaquetas são células que auxiliam na coagulação sanguínea e, por isso, um dos sintomas dessa síndrome é a hemorragia.
Como tratar?
A melhor maneira de tratá-la é antecipando o parto, por meio de uma cesariana ou indução, caso o bebê apresente condições favoráveis para tal. O médico pode induzir o amadurecimento pulmonar fetal por meio de medicamentos com o intuito de reduzir as complicações neonatais e o tempo de internação na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O que é Eclampsia?
Eclampsia é quando a Pré Eclampsia não é tratada e evolui para convulsões e muitas vezes o óbito da gestante e do bebê. Essa é uma condição extremamente grave da gestação.
Como afetam o bebê?
Na pré-eclampsia, a hipertensão pode reduzir o fornecimento de sangue à placenta e retardar o crescimento fetal. O problema pode causar abortamento, prematuridade e sofrimento fetal agudo e crônico. Já na síndrome Hellp, a placenta não garante o desenvolvimento adequado do bebê e há maior risco da placenta se descolar. “Não é apenas o bebê que sofre com essas complicações, a gestante pode sentir fortes dores de cabeça e desorientação, dor de estômago e na região do fígado, além de poder enxergar pontinhos luminosos piscantes”, alerta Borges Filho.
Cura pós-parto
Assim que a doença é diagnosticada, a mãe deve ficar em repouso e iniciar um tratamento para a pressão arterial e as crises convulsivas, caso a doença evolua para Eclampsia. A cura para a pré-eclampsia e para a síndrome do Hellp é o parto, pois com a retirada da placenta, a pressão se normaliza e o risco de óbito pós-parto é muito pequeno.

Fonte- Ginecologista e Obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997)

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