INFECÇÃO URINÁRIA DURANTE A GESTAÇÃO

De acordo com o ginecologista e obstetra, Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM-107.997), a infecção na urina é conhecida como cistite, sendo considerada a segunda causa de mortalidade em fetos de até três meses se não for tratada.
“O aumento da circulação sanguínea na região pélvica abre um canal de passagem para as bactérias, que sobem para uretra e estacionam na bexiga. Como a gestação proporciona uma série de mudanças no corpo da mulher, os hormônios relaxam os músculos da uretra que interferem no fluxo da urina e dos rins para bexiga. Esse processo acumula a urina no canal e facilita a entrada da bactéria Escherichia coli que fica instalada na vagina, provocando a infecção”, explica o ginecologista.
Outro fator responsável pela doença é o crescimento do útero, que comprime o canal da uretra e a bexiga, e impede a passagem da urina causando dores e ardência na hora de ir ao banheiro.
A gravidade da infecção urinaria varia entre a bexiga e os rins. A pielonefrite, por exemplo, ocorre nos rins e também é denominada de infecção urinária alta. Essa bactéria coloca em risco o estado geral da grávida, podendo surgir febre, dor lombar intensa, náuseas, vômitos e calafrios.
A pielonefrite aguda pode provocar o abortamento, aumento da hipertensão arterial gestacional ou óbito fetal.
Como posso identificar a infecção urinária?
Cuidado para a infecção não passar despercebida. As mamães devem prestar muita atenção a qualquer sintoma, essa doença é mais presente na segunda metade da gravidez e no último trimestre.
“A infecção urinária deve ser tratada o quanto antes, principalmente se for a cistite que está relacionada à bexiga. As bactérias instaladas na bexiga da gestante podem liberar substancias contaminadoras para o útero e provocar contrações ou até mesmo acelerar o trabalho de parto”, esclarece o ginecologista, Dr. Domingos Mantelli Borges Filho.
Sensação de peso no baixo ventre, bexiga cheia, alteração da cor da urina, febre, dor lombar e desconforto ao urinar, são outros indícios de que a infecção está presente no organismo da gestante.
Certificando a doença
Notou algum desses sintomas? Então, está na hora de procurar o seu médico para realizar um exame de urina.
É importante que a coleta da urina na gestante seja muito bem feita para evitar erros na interpretação dos resultados. Nos casos, de infecção pielonefrite é feita uma ultrassonografia para verificar o estado dos rins ou se existe alguma malformação.
Tratamentos
As mamães não devem consumir nenhum remédio sem orientação médica, alguns antibióticos podem prejudicar o desenvolvimento do bebê.
O tratamento para infecção depende da gravidade da doença e do quadro geral da paciente.
“A infecção é tratada por meio de medicações que são apropriadas para o período gestacional. O seu médico deve optar por antibióticos apropriados e deve ser consumido sem exageros e durante um tempo suficiente para garantir um tratamento eficaz”, orienta o ginecologista Dr. Domingos.
É melhor prevenir do que remediar
A gestante deve seguir à risca a medicação para evitar problemas futuros depois do parto. O médico Dr. Domingos Mantelli Borges Filhos alerta que as gestantes devem acrescentar pequenos hábitos para ajudar a prevenir a doença.
“É importante não segurar a urina ,pois ela pode desencadear uma infecção. O uso do papel higiênico é sempre bem-vindo e deve ser usado de frente para trás. A calcinha também tem um papel muito importante, opte pelas de algodão porque elas tem maior absorção e não causam irritabilidade”, recomenda o ginecologista.
Quer saber mais? Confira algumas dicas do Dr. Domingos Mantelli para evitar que a infecção apareça e cause um grande transtorno no seu dia a dia:
Beba muita água
Não importa a quantidade o importante é beber bastante água. Quando a gestante consome grandes quantidades de líquido aumenta a frequência de urinar, o que contribui para a urina ficar mais diluída e não ficar acumulado na bexiga.
Pré-natal
Peça para o seu médico um exame de urina de três em três meses. Esse exame feito no pré-natal ajuda a prevenir e diagnosticar a infecção urinária.
Recomendações
Urine com frequência, principalmente depois das relações sexuais. Cuide bem da sua higiene pessoal, use roupas mais leves para evitar transpiração excessiva na região genital na hora de dormir. Mantendo esses cuidados a mamãe pode ter uma gestação tranquila, saudável e sem se preocupar com infecções.

Fonte Dr. Domingos Mantelli Borges Filho (CRM- 107.997) - Ginecologista e Obstetra - www.domingosmantelli.com.br

ENXAQUECA NA GESTAÇÃO: DESCUBRA COMO TRATAR

De acordo com o Dr. Leandro Teles, medico neurologista formado pela USP, a gravidez pode agravar a enxaqueca principalmente no primeiro trimestre, sendo que algumas mulheres podem apresentar crises pela primeira vez durante a gestação.
“Gravidez e enxaqueca são eventos que se associam frequentemente. A oscilação hormonal, a ansiedade, a limitação dos tratamentos convencionais fazem do cenário um desafio para o médico e para a paciente. A enxaqueca na gravidez é um mundo a parte, é fundamental dar alívio a gestante, sem comprometer a segurança do bebê”, alerta o especialista.
Toda gestante com crises intensas de dor de cabeça deve ser avaliada e conduzida concomitantemente pelo obstetra e um neurologista, a fim de determinar os casos que necessitam de investigação e delinear o melhor tratamento preventivo e para alívio de dor.
O que eu posso fazer para aliviar a minha dor?
Na gravidez é fundamental priorizar o tratamento mais natural possível. Minimizando a necessidade de medicamentos. Quando necessário uso de medicamentos esse deve ser escolhido sempre por um profissional habilitado e respeitar o contexto clínico e a fase gestacional em que se encontra a gestante. Vamos a algumas dicas importantes:

Alimentação
A gestante com enxaqueca deve evitar longos períodos sem se alimentar. É recomendado comer a cada 3 horas, em pequenas porções. O jejum prolongado pode gerar crises. Evitar álcool e alimentos ricos em nitritos (como os embutidos), pois tem poder vasodilatador e causam dor. Outra dica é evitar queijos amarelos (ricos em tiramina) e derivados de cafeína tais como chocolate ao leite, refrigerante de cola, café, entre outros.
Alguns alimentos protegem o paciente tais como grãos, sementes (ricos em triptofano); gengibre (na forma de chá ou tempero) pois tem ação anti-inflamatória natural; alimentos ricos em magnésio (como frutas, verduras e nozes).
Atividade física
A atividade física é altamente recomendada na gestação por diversos aspectos. Controla o peso, reduz a ansiedade, fortalece a musculatura para o parto e para a maratona pós-parto, melhora e sono e, de quebra, reduz a enxaqueca. Diversos estudos mostram sua efetividade. A recomendação é de pelo menos 40 min, 3 a 5 vezes por semanas, regularmente e sob orientação especializada.
Acupuntura
Esse tratamento é eficaz e seguro na prevenção e no combate à enxaqueca na gravidez. É fundamental a escolha de um profissional habilitado e com experiência em gestantes e dor de cabeça.
Sono
A gestante tem uma necessidade aumentada de sono. É fundamental que não haja privação de sono e que a mulher durma de forma confortável e efetiva. As crises de enxaqueca tendem a ocorrer com frequência menor em que dorme bem e, mesmo que a crise já tenha começado, o sono pode melhorar o sintoma com necessidade menor de medicamentos.

Métodos Térmicos
Outra dica na hora da dor durante a gestação é utilizar compressas frias na cabeça. O frio tem efeito vasoconstrictor (estreita o vaso dilatado na enxaqueca) e um efeito analgésico direto na musculatura da cabeça.
Medidas Anti–Stress
Tudo que a gestante puder fazer para relaxar ajudar nas crises de enxaqueca. Massagens, atividades de lazer, evitar discussão e excesso de trabalho.
Medicamentos
Todo e qualquer medicamento na gravidez deve ser tomado sob orientação médica, nada de automedicação.
Na hora da dor
Existem medicamentos analgésicos seguros na gestação. As opções dependem do trimestre de gravidez além de outros critérios utilizados pelo médico para estabelecer o custo Vs o benefício.
Profilaxia
As profilaxias tradicionais, como antidepressivos e neuro-moduladores em baixas doses são utilizadas em casos selecionados durante a gravidez. Mas, de modo geral, devem ser evitados em casos leves e durante o primeiro trimestre (por falta de estudos que garantam a segurança de boa parte deles).
Como alternativa existem algumas medidas suplementares naturais tais como, por exemplo, a reposição de Riboflavina (vitamina B2), que foi eficaz em muitos estudos e é seguro para mãe e bebê durante a gestação.

Fonte - Neurologista Leandro Teles - www.leandroteles.com.br

ENTENDA PORQUE AS GESTANTES ENFRENTAM PROBLEMAS PARA DORMIR

Segundo Leandro Teles, médico neurologista: “A maioria dos problemas de sono enfrentados pelas futuras mamães podem ser evitados e revertidos com medidas ambientais e comportamentais relativamente simples, raramente exigindo intervenção com medicamentos”.
O especialista dá algumas dicas para melhorar a performance do sono na gravidez:
Encontrando a posição ideal – Primeiro é fundamental que a mamãe entenda que o bebê está relativamente bem protegido dentro da barriga, isso ajuda a relaxar e buscar, com bom senso, uma posição mais confortável. De modo geral, evita-se dormir de barriga para baixo, pois o peso do corpo sobre o útero pode ser excessivo. De barriga para cima também podem surgir problemas como roncos, piora do refluxo e sensação de falta de ar. Com isso, sobra a posição lateralizada como a mais recomendada, principalmente sobre o lado esquerdo. “Essa posição libera a veia cava da compressão do útero, reduzindo o edema nas pernas, falta de ar e protegendo bem a coluna, outra medida interessante é colocar um travesseiro entre as pernas”, complementa o especialista.
Cuide da sua alimentação - Não abuse no jantar, porções pequenas e alimentos de fácil digestão. Evite estimulantes, como o café, chá e o chocolate antes de dormir. Hidrate-se bastante durante o dia, mas não exagere nos líquidos à noite, pois, além de piorar o refluxo, pode causar mais despertares por vontade de ir ao banheiro. Durante o dia, dieta rica em frutas, verduras e cereais. Os chás tranquilizantes naturais (camomila, por exemplo) à noite, estão liberados.
Atividade física - Durante a gestação é fundamental realizar atividades físicas regularmente, principalmente aeróbicas. O melhor horário para realizá-las é pela manhã, pois próximo ao horário de dormir pode tirar o sono. À noite prefira alongamento e atividades passivas, como massagem (isso reduz as câimbras e dores musculares tão frequentes na gravidez). Exercícios regulares ajudam a controlar o peso, preparam a gestante para o parto e melhoram muito o sono noturno. Devem ser feitos sempre sob orientação especializada.
Descanso diurno - Aproveite os períodos livres durante o dia (principalmente após o almoço) para tirar alguns cochilos, não mais que 30 minutos a 1 hora (para não gerar insônia a noite). Isso minimiza a sonolência constante e mantém a gestante produtiva durante a tarde.
Preparo do Ambiente – Agora que você está pensando no quarto do bebê é um ótimo momento para você rever a estrutura do seu quarto também. A cama tem tamanho adequado? O colchão e travesseiros estão em ordem? O ambiente é um dos segredos de uma noite bem dormida. Busque um local silencioso, com iluminação aconchegante, decoração suave, temperatura amena, etc... Use roupas confortáveis e apropriadas, faça atividades preparatórias ao sono como tomar um banho mormo a noite, escutar música ou praticar leitura, exemplo.

Em caso de manutenção de problemas relacionados ao sono converse com seu obstetra de confiança.

Fonte- Neurologista formado pela Universidade de São Paulo, Dr. Leandro Teles (CRM 124.984) – www.leandroteles.com.br

GESTAÇÃO PROVOCA AUMENTO DE CARGA SOBRE OS JOELHOS

Este incômodo costuma surgir após o segundo trimestre devido ao aumento do peso e acúmulo de líquido. Normalmente, ao final do dia, a gestante pode ter uma sensação de peso nos membros inferiores e sentir dificuldade para se movimentar. “É comum a gestante enfrentar dificuldade em realizar tarefas cotidianas como: sentar, andar, deitar ou virar de lado. Isso ocorre porque o volume abdominal e o acúmulo de líquido alteram o centro de equilíbrio do corpo e o trabalho muscular”, destaca.
Conforme a gravidez vai avançando, a dor nos joelhos pode ir se agravando. Esse problema é mais comum em mulheres que já apresentaram alguma lesão de cartilagem, artrite e sinovite (inflamação da membrana sinovial) antes de engravidar. “A gestante precisa tentar localizar e perceber o que faz melhorar ou piorar a dor, com o objetivo de identificar qual o problema. É importante lembrar que dores articulares são comuns na gestação, porém dores de grande intensidade ou persistentes uma avaliação médica é fundamental”, afirma Nakao Iha.
Vida longa aos joelhos
Para amenizar esse desconforto, o ortopedista recomenda que a gestante faça exercícios físicos e alongamentos para fortalecer os músculos. “Ela deve praticar atividades físicas com orientação médica ortopédica e obstétrica. Mas, geralmente caminhadas, ginástica localizada ou hidroginástica são boas opções de exercícios para os joelhos e para a saúde da mãe e do bebê. A musculação pode ser realizada desde que não ofereçam riscos à gestação”, aconselha. Na hora de praticar atividade física, o ideal é evitar exercícios que possam lesionar os joelhos, como flexões violentas ou agachamento.
As gestantes também devem manter cuidado extra na hora de escolher um sapato. Pois, é importante evitar sapatos com salto alto. “Ao usar salto alto o dia todo, o corpo é jogado para frente e isso sobrecarrega os joelhos. As gestantes devem optar pelos sapatos baixos e confortáveis para amenizar esses problemas e principalmente para evitar acidentes como: um entorse do tornozelo ou uma queda” diz o ortopedista.
Gravidez X ginástica: combate a dor nos joelhos
A gestante que pratica atividade física tende a se recuperar mais rápido após o nascimento do bebê. Por isso, o ortopedista Luiz Alberto Nakao Iha ensina alguns exercícios que podem ser realizados com tranquilidade aliviando a carga sobre os joelhos:
1-A gestante que não está acostumada a praticar atividade física deve começar com um exercício de baixa intensidade como, por exemplo, caminhada, natação, bicicleta ou ioga.
2-Pratique atividade física apenas com orientação médica (do seu ortopedista e seu obstetra).
3-É importante que a gestante beba muita água antes, durante e depois do exercício físico, mantendo boa hidratação.
4- Faça sessões de exercícios regulares, pelo menos, três vezes na semana.
5- Procure evitar movimentos como subir e descer escadas que sobrecarregam muito as articulações do joelho e quadril.
6- Algumas atividades como cavalgar, esportes competitivos ou de contato com muitas pessoas não são indicados pelo risco à gestação.
7- Procure o médico sempre que apresentar dores contínuas nos joelhos.

Fonte- Ortopedista Luiz Alberto Nakao Iha (CRM-SP 111559), formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e médico da Clínica Healthme

SAIBA QUAIS SÃO AS DORES MAIS COMUNS DURANTE A GESTAÇÃO

Além disso, é possível a gestante apresentar dores abdominais que, geralmente, ocorrem no segundo trimestre da gravidez, já no terceiro trimestre, ela pode sentir contrações descoordenadas da musculatura uterina, conhecida por Braxton-Hicks. Nas últimas semanas, a gestante pode sentir cólica e dor pélvica, afinal o bebê se encaixa na parte inferior da bacia.
Na verdade, sentir tais incômodos é normal, mas é importante observar com qual frequência e intensidade essas dores se manifestam. Se forem muito fortes podem indicar algum problema de saúde e isso tem de ser levado ao médico.
De acordo com o ortopedista Luiz Alberto Nakao Iha (CRM-SP:111559), formado pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e médico da Clínica Healthme, é comum a ter dificuldade em realizar tarefas simples como agachar, sentar, andar ou virar de lado. “Também é considerado normal, durante a gravidez, ela sofrer com transtornos de ordem circulatória (inchaços), osteoarticular (predisposição e lesões articulares), muscular (dores) e respiratória devido a alterações hormonais e o grande aumento do volume abdominal”, explica o médico.
O médico acrescenta que a dificuldade em se movimentar e as queixas de dores pioram no último trimestre da gestação. E é importante a paciente conhecer quais são as dores mais comuns para identificar os sintomas e identificar se algo está fora de controle.
Por tal motivo, o ortopedista lista os principais incômodos na gestação e dá dicas para minimizar o desconforto, confira!
Dor nas costas: Costuma ser mais intensa do quinto ao sétimo mês de gestação. “A gestante pode sentir dor na região lombar, localizada na região inferior das costas. E dores nas pernas devido à contratura da musculatura ao longo da coluna. A intensidade piora se a mulher permanecer muito tempo sentada ou em pé”, destaca.
Evite: Usar salto alto e coloque um travesseiro entre as pernas ao dormir de lado. Se for abaixar, dobre as pernas e não a coluna. Mantenha uma alimentação equilibrada para controle de peso.
Dor na panturrilha e tornozelos: Geralmente, surge após o segundo trimestre, por causa da tensão nas pernas causada pelo aumento do peso e acúmulo de líquido nas pernas, provoca um incômodo e sensação de peso nas panturrilhas principalmente no final do dia.
Evite: Para amenizá-la, é importante realizar alguns exercícios físicos e alongamento para as pernas. Um deles é deitar e como um pano(por exemplo: toalha, fronha) apoiado na ponta do pé com o joelho esticado e tentar alongar a parte posterior da perna.
Dor sacro-ilíaca: ela acomete a articulação entre o sacro (final da coluna que se alarga) e a bacia, chamada de articulação sacro-ilíaca. A dor se estende para os glúteos e região posterior da coxa, não ultrapassando o joelho. Ela ocorre devido ao aumento de peso e alterações hormonais que podem sobrecarregar essas articulações.
Evite: Para prevenir as dores e desconforto durante a gestação, vale apostar em exercícios de fortalecimento da musculatura e diminuir o esforço nas crises de dor
Câimbras: A partir do terceiro trimestre, a barriga começa a pesar e a postura se altera para garantir equilíbrio. As pernas e as costas são as áreas mais afetadas nesse estágio. Também é a fase que o bebê ‘rouba’ o cálcio da mãe aumentando as chances de a gestante sofrer câimbras.
Evite: Mantenha uma alimentação rica em cálcio, ingerindo leite e seus derivados ao menos três vezes por dia. Faça exercícios físicos, alongando os músculos antes e depois da atividade.
Dores nas articulações: É normal surgir sensação de dor ou dormência nas extremidades do corpo, sendo mais frequente nas mãos. Nessa fase, acontece um acúmulo de líquido nos compartimentos e, por esse motivo, alguns nervos podem ser comprimidos e atingir os dedos.
Evite: Controle o aumento excessivo de peso, faça exercícios regularmente e mantenha a postura adequada.
Dores nas pernas: O peso da barriga sobrecarrega o sistema cardiovascular da gestante e isso acarreta inchaços e dores nas pernas.
Evite: O sedentarismo não é saudável também nessa fase. Por isso, pratique atividades físicas, faça caminhadas e aposte em meias elásticas, de suave a média compressão, para diminuir os inchaços.
Outros incômodos: Além das dores musculares e articulares, as gestantes também podem sofrer de dor de cabeça, no estômago, na virilha, nos seios e na região pélvica.
“São inúmeros os fatores que contribuem para o surgimento dessas dores, entre eles, o peso da barriga, tamanho do bebê, excesso de peso e alterações hormonais”, diz o médico.

Fonte- Ortopedista Luiz Alberto Nakao Iha (CRM-SP:111559), formado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e médico da Clínica Healthme

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