COSMÉTICOS INFANTIS: O USO DE ALGUNS PRODUTOS PODE REPRESENTAR RISCOS AOS PEQUENOS

O dermatologista Anderson Bertolini (CRM- 107976), diretor médico da Clínica Bertolini, explica que todos os produtos infantis como xampu, creme hidratante e gel para cabelo, entre outros, devem passar por testes que medem a segurança do consumidor - como o potencial de irritação da pele e de provocar alergias. “Como a pele das crianças é mais fina, mais sensível, e possui distribuição mais densa de glândulas, os produtos para elas devem conter menos substâncias químicas capazes de causar irritação e futuras reações alérgicas. O pH da pele é ácido, em torno de 5,5, e este ‘manto ácido’ é o responsável pelo equilíbrio da flora normal da pele e sua proteção”, diz o médico.

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SEU BEBÊ CAIU DA CAMA? FIQUE ATENTA AOS SINAIS DE COMPLICAÇÃO

Segundo o neurocirurgião Mauricio Mandel (CRM 116095), formado pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), qualquer queda ou um galo na cabeça do bebê é motivo de pânico para muitos pais e na maioria das vezes devem ser levados a sério. “Se o bebê leva um tombo grande do sofá, da cama, do trocador, da banheira ou do berço, por exemplo, ele deve ser examinado por um médico com muita atenção para verificar se há ou não alguma lesão séria”, explica.

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SAIBA MAIS SOBRE A URTICÁRIA INFANTIL

"A Urticária Infantil é semelhante a Urticária que atinge os adultos, a diferença é que em adultos ela aparece geralmente na região genital, o que chamamos de urticária II. Crianças e bebês desenvolvem o tipo I", explica o médico dermatologista Fernando Passos de Freitas.
Quando aparece nas crianças, elas perdem o apetite já que as feridas incomodam muito devido as inflamações. Com o passar dos dias, a feridas soltam um líquido opalino que formam uma crosta assim que secam.
O vírus da urticária é o mesmo da Varicela. "Ele é conhecido como Zoster e se aloja nas células dos gânglios nervosos inflamando a região", explica o médico ressaltando que ela pode reaparecer diante de baixa imunidade, febre, exposição ao sol e menstruação, nos caso de pré-adolescentes.
Como tratar?
Buscar um médico dermatologista de sua confiança é o primeiro passo. O tratamento se baseia em minimizar a fase mais aguda da doença (na primeira semana), onde a inflamação mais incomoda. Isso é feito através de xaropes ou comprimidos. Segundo o Dr. Fernando o que não se pode fazer é ignorar o problema, deixando lacunas para que ele reapareça. Antibióticos só são utilizados em casos de extrema complicação.

Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas
Site- www.drfernandofreitas.com.br


SAIBA COMO PREVENIR E TRATAR A DERMATITE ATÓPICA NAS CRIANÇAS

A causa exata da dermatite atópica é desconhecida. Sabe-se que essa patologia não é uma doença contagiosa, e sim uma doença de origem hereditária (isto é herdada de um dos pais). Uma criança que tem um dos pais com uma condição atópica (asma, rinite, alérgica ou dermatite atópica) tem aproximadamente 25% de chance de também apresentar alguma forma de doença atópica. Uma criança com os dois pais com doença atópica, tem mais de 50% de chance de também apresentar a patologia. Outros fatores como fungos, alimentos e até desequilíbrios emocionais podem dar início às coceiras características da doença.
“A doença em questão costuma aparecer cedo, aos 3 meses de idade, e, embora possa persistir a vida inteira, desaparece em 60% dos casos até os 12 anos. A coceira é marca registrada: nos bebês, afeta mais o rosto, o pescoço e as dobrinhas da perna e dos braços. Já nos adolescentes se manifesta em algumas regiões do tronco e das pernas. E o pior é que o prurido gera vermelhidão e até machucados”, explica o dermatologista Fernando Passos de Freitas.
Para evitar a DA (dermatite atópica), substâncias irritantes, como produtos químicos em geral, roupas de lã ou de fibras sintéticas, poeira e fumaça de cigarro, devem ser evitados. A pele seca é um dos fatores que mais contribuem para a piora da DA. Para prevenir, tome banhos rápidos e de preferência com água morna. Evite o uso excessivo de sabonetes e buchas. Após o banho, aplique um hidratante neutro nos três primeiros minutos, antes que a água que está na pele se evapore.
O diagnóstico e tratamento precoce são indispensáveis para proporcionar aos seus filhos uma vida normal e tranqüila, livre das inflamações e das incômodas coceiras.
Existem vários medicamentos que ajudam no controle da DA. As pomadas ou cremes de cortisona (cortisona tópica) são muito eficazes no controle da dermatite atópica, no entanto, devem ser indicadas e usadas corretamente para se evitar efeitos colaterais a longo prazo. Esses efeitos incluem a atrofia (ou afinamento) da pele e as estrias. Existem diversas apresentacões de cortisona tópica (diferentes veículos e potências) e apenas o médico pode indicar qual a melhor apresentação para cada caso.
Mais recentemente, medicamentos conhecidos como imunomoduladores tópicos foram introduzidos para substituir ou diminuir o uso da cortisona tópica e se evitar os seus efeitos colaterais.
Os antialérgicos orais são usados para se controlar o prurido (ou coceira), principalmente no período noturno. Os corticoesteróides por via oral, bem como outros medicamentos imunossupressores, devem ser usados apenas nos casos mais graves. Os antibióticos podem ser usados em casos de infecções. Outras terapias, como o uso de raios ultra-violeta, óleos vegetais orais, coaltares tópicos, podem ajudar em alguns casos

Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas
Site- www.drfernandofreitas.com.br

RECÉM-NASCIDO PODE USAR FILTRO SOLAR?

“A pele do recém-nascido dispõe de uma capacidade antibacteriana capaz de protegê-la das infecções. Um estudo sueco mostrou que são substâncias com propriedades antibióticas que se formam ainda no útero da mãe”, explica o médico dermatologista Fernando Passos de Freitas.
Porém, ainda assim é necessário ter cuidado. A pele não possui proteções contra os raios solares, por exemplo. Aliás, quando o bebê está apto a usar o filtro solar?
“O indicado é à partir do sexto mês de vida. Enquanto esse momento não chega,a orientação é utilizar filtros físicos como guarda-sóis e protetores de carrinho”, explica o médico.
Após os seis meses de idade, é permitido o uso do produto, porém, recomenda-se que o mesmo seja mais espesso e que contenha a menor composição química possível. No mercado há produtos específicos para bebês e esses devem ser priorizados na hora da compra.
Apesar dos cuidados na hora de expôr a criança ao sol, é válido ressaltar que os raios solares podem fazer bem à criança. Eles ativam alguns nutrientes e vitaminas do corpo ainda em formação. Mas, é claro, é necessário o máximo de cuidado na hora da exposição.
“O ideal é que o banho de sol ocorra nas primeiras horas do dia, quando o calor ainda está leve e os raios não estão fortes”, orienta Freitas que reforça que o uso de muita roupa deve ser evitado em dias muito quentes também.

Fonte- Dermatologista Fernando Passos de Freitas
Site- www.drfernandofreitas.com.br

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