QUELÓIDE NA CICATRIZ DA CESÁRIA: DESCUBRA COMO TRATAR

Algumas optam por fazerem parto normal. Já outras preferem parto cesariano. Todas as mães que escolherem a cesariana devem ter cuidados durante o período de cicatrização da cirurgia que demora em torno de 10 a 14 dias para fechar. Porém o processo de cicatrização completa da cesárea dura cerca de 12 a 18 meses. As complicações na cesárea podem surgir com o excesso de esforço físico.
Algumas mulheres podem até desenvolver quelóides no processo de cicatrização, alerta Carlos Bautzer, Cirurgião Plástico da Clínica de Especialidades Integrada. “Quando a pele é cortada ou ferida, as células se multiplicam para preencher a área atingida, o problema é que às vezes essas células continuam se multiplicando mesmo quando a cavidade já está preenchida, por isso são formadas as quelóides”, diz Carlos.
As quelóides aparecem na cicatriz da cesárea se a mãe tiver disponibilidade genética ou se passar por fatores que agravem o processo de cicatrização. De qualquer maneira, é melhor tomar cuidado.
Não se deve mexer em nenhuma cicatriz antes dos seis meses em que ela foi feita. Os curativos da cirurgia precisam ser feitos constantemente.
Segue algumas dicas para o tratamento das quelóides:
• Tratamento com substância corticoide é aplicada uma vez por mês;
• Infiltração de hidrocortisona, evitar o nascimento de outras quelóides;
• Congelamento com nitrogênio líquido. A aparência diminui, mas o paciente precisa tomar cuidado para que a pele não fique manchada;
• Tratamento a laser;
• Cremes, pomadas como: contractubex;
• Antes e depois dos tratamentos é importante não pegar sol;
• Massagens frequentes também ajudam nos resultados;
Cerca de 70% das mulheres conseguem melhorar, pelo menos, a aparência das quelóides. Mas como cada corpo irá reagir aos tratamentos. Só em 30% dos casos o retorno não foi o esperado. No entanto, o doutor Carlos explica que em algumas pessoas não é possível eliminar por completo as quelóides devido à tendência ao surgimento delas.

Fonte- Cirurgião Plástico Carlos Bautzer, da Clínica de Especialidades Integrada

GUIA DE EXERCÍCIOS FISICOS PARA A GESTANTE

No entanto, antes de começar qualquer atividade física, a gestante deve procurar orientação do seu obstetra e do profissional, o qual irá acompanhá-la para estar realizando o exercício, seja um fisioterapeuta ou educador físico, especialista no tipo de atividade envolvida.
“Cuidados simples podem ajudar a gestante ter um melhor rendimento e/ou aproveitamento do exercício durante essa fase”, afirma o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética.
Veja as dicas do profissional-
- Mulheres sedentárias antes da gravidez, devem começar um programa com exercícios leves, porém as que já faziam atividade poderão seguir parte do programa que já executava, com uma intensidade similar, mas sempre orientada pelo profissional;
- Os exercícios devem ser realizados respeitando o limite de cada organismo, evitando as chances de aborto;
- Alongue-se antes e após o treino;
- Nunca se exercite a ponto de ficar em exaustão ou com dificuldades para respirar. Este é um sinal de que seu bebê e você não têm suplemento suficiente de oxigênio disponível;
- Faça pausas e beba bastante líquido durante as atividades;
- Use calçados confortáveis, eles precisam dá suporte e segurança para a gestante, visto que nessa fase os pés incham muito;
- Cuidado com o tipo de terreno, ao fazer exercícios ao ar livre (terrenos irregulares e íngremes podem causar sobrecarga e impacto nas articulações e risco de quedas);
- O clima também é muito importante (não exercitar-se em dias com temperaturas muito altas);
- Esportes competitivos e de contato, não são indicados;
- Exercícios aeróbios devem ser realizados com duração de 30 à 40 minutos, em dias alternados e mantendo a zona alvo ( freqüência cardíaca permitida e orientada pelo profissional);
- Evite pegar muita carga e exercícios que aumentam a pressão abdominal, além de levantamento de pesos acima da cabeça;
- Exercícios na água são excelentes para as gestantes, porém a temperatura da água deve está em torno de 30 a 32 graus, no Maximo;
- Fique atenta ao seu corpo, caso seja necessário reduzir as atividades, ele naturalmente mostrará sinais para diminuir o ritmo e entre em contato com o médico ao perceber quaisquer mudanças ou queixa.

Fonte- fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética
Site- www.zahra.com.br

CUIDADO COM A TEMPERATURA DO CORPO NA GINÁSTICA

A alta temperatura do corpo pode estar associada à diminuiçao da circulação sanguínea. E quando estamos em ambientes quentes e úmidos o corpo não consegue dissipar a quantidade necessária de calor e elevando a temperatura corporal em torno de até 40 graus, causando assim uma possível desidratação. Por isso é importante que as gestantes tomem bastante água.
De acordo com o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética quando uma gestante está desidratada, o corpo tem uma diminuição na eliminação do suor, e isso faz com que o corpo trabalhe em uma temperatura interna ainda mais eminente durante os exercícios.
A gestante precisa evitar o aumento na temperatura e beber muita água, mesmo no inverno. Não existem evidências científicas suficientes, mas alguns testes feitos em animais indicaram que o aumento da temperatura corporal nos primeiros meses de gestação, pode causar alterações na formação do feto.
As superelevações na temperatura corporal costumam desencadear tonturas e até perda da consciência, por isso é importante que a gestante reduza a intensidade dos exercícios quando a temperatura do corpo estiver alta ou se estiver em um ambiente muito quente.
Para não ter outros problemas futuros, a prática esportiva durante esse período é ideal para as mamães que já vinham fazendo alguma atividade, mas isso não impede que outras gestantes comecem a fazer exercícios depois que ficaram grávidas, portanto que elas se certifiquem de que não têm restrições.
Um fator bem característico de alta temperatura corporal é a fadiga. O que acaba prejudicando no rendimento das atividades físicas.
A respiração de uma mulher grávida costuma aumentar e chegar a sua capacidade máxima, dependendo do exercício e calor sentido pelo corpo. Então é bom usar roupas adequadas e leves. Quanto mais leve e confortável a roupa, melhor será a transferência de calor. Sem esquecer que o mais importante é manter o corpo bem hidratado antes e durante às práticas esportivas.

Fonte- Fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética

IQUE EM FORMA DEPOIS DA GRAVIDEZ COM TREINO DE FISIO TEG

Manter-se no peso ideal durante os 9 meses de gestação, e principalmente recuperar a forma física após o parto e amamentação, é um dos grandes desafios de toda futura mamãe. Segundo estudos, o ganho adequado de peso na gravidez é de 10 à 15 kg, de acordo com o IMC ( Índice de Massa Corpórea), mas isso vai depender da alimentação e de uma atividade física direcionada e supervisionada.
Após o nascimento do bebê, a combinação de uma dieta balanceada, atividade física (liberada pelo médico num período de 30 à 60 dias após o parto) e amamentação ( à qual resulta numa perda calórica de aproximadamente 400 kcal ao dia), contribui para a recuperação da forma física.
Alguns exercícios são mais indicados para essa primeira fase ( os 03 meses logo após o parto). Seriam eles de baixo à moderado, podendo evoluir para o mais avançado após essa fase, principalmente se a mulher já se exercitava antes da gravidez. Na realidade, o profissional que irá ministrar os exercícios devem estar atentos com as articulações, fragilizadas ainda pelo hormônio relaxina, que mesmo deixando de ser produzido após a gestação, ainda circula por esses 03 meses. Esse hormônio é responsável por relaxar os músculos da pelve e facilitar o parto.
“A combinação de exercícios direcionados, que promovam força, alongamento, trabalho postural e consciência corporal, porém sem impacto e/ou sobrecarga articular, é o mais indicado”, afirma Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética.
Uma modalidade nova e que vem trazendo muitas adeptas e resultados rápidos, além de melhorar num período muito rápido o condicionamento cardio-vascular e acelera a queima de gordura é a Fisiotag.
A Fisiotag é uma modalidade de treinamento estrutural global, ou seja, uma espécie de reabilitação usada para preparar o corpo para o retorno ao gestual esportivo, manter a forma física e o condicionamento global. Os exercícios são controlados e coordenados, trabalhando o corpo de forma global, podendo dar ênfase no grupo muscular exigido pelo aluno(a), no caso abdômen e períneo no caso das mulheres que tiveram filhos.
“O treinamento associa diversas modalidades aplicando técnicas de treino funcional, RPG, Pilates, Isostretching( alongamento), fortalecimento do sistema musculo-esqueletico, resistência, e trabalho aeróbio, num único treino. É individual e totalmente personalizado, de acordo com as necessidades de cada pessoa e atende desde o nível básico ao avançado”, explica o fisioterapeuta.
Como não tem impacto, é possível realizar atividade física de alto rendimento, mesmo para mulheres que sofram de hérnia de disco, artrose, osteoporose, lesões no quadril e joelho, muito comum com aumento de peso na gestação. É indicado para todas as idades, da sedentária até mesmo atleta de alto nível.

Fonte- Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisoterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética
Site- www.zahra.com.br

A IMPORTÂNCIA DE FORTALECER OS MUSCULOS DO ASSOALHO PÉLVICO NO PÓS-PARTO

Esses músculos têm cerca de 10 cm de diâmetro, ocupam o fundo da cavidade pélvica e são muito resistentes quando trabalhados e/ou fortalecidos. A contração dos mesmos pode ser facilmente percebida logo na entrada da vagina e alguns centímetros mais profundos, durante a penetração e no ato sexual. Três canais atravessam (perfuram) esse complexo muscular: vagina, reto e uretra. Deste modo, sua contração tem a propriedade de amassar estes canais, auxiliando respectivamente na continência de urina (apertando a uretra), na função sexual (apertando a vagina) e na continência fecal (fechando o reto)
Em contrapartida, quando essa musculatura está fraca, não é possível contrair suficientemente sobre esses canais, causando: incontinência urinária, flacidez vaginal e incontinência fecal.
“O aumento de pressão nessa musculatura devido ao excesso de peso e por causa da gravidez contribuem para sua frouxidão. O assoalho pélvico trabalha contra a gravidade, ou seja, à medida que os órgãos, que por um desses fatores são empurrados para baixo, esses músculos tem que ter e/ou fazer uma força contraria, para mantê-los em suas posições normais. Caso eles não consigam manter esses órgãos, ocorrerá um prolapso ou queda, como exemplo de bexiga caída”, explica o fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética.
Toda e qualquer situação que aumenta a pressão intra-abdominal, sobrecarrega os músculos do assoalho pélvico. Como qualquer músculo do corpo, essa musculatura tem que estar forte para agüentar os esforços, evitando lesões e seu enfraquecimento.
Durante a gestação, a força exercida sobre esses músculos é ainda maior, pois além do peso do bebê e da placenta, tem a questão da pressão constante durante os 09 meses. O trabalho de parto, seja, cesárea ou normal, é o maior responsável por lesão no assoalho pélvico, levando à incontinência urinária e fecal.
Independente se a mulher tiver filhos ou não, é preciso se preocupar e dar ênfase ao fortalecimento dessa região.
Os músculos que compõem o assoalho pélvico, como qualquer outra musculatura do corpo, precisa ser exercitado. Existem vários tipos de exercícios que podem ser realizados em academias, aulas de Pilates ( Visto que o objetivo desse método é trabalhar primariamente essa musculatura) e em seu lar ou em suas atividades de vida diária. Exercitando constantemente esse grupo muscular, além de evitar seu enfraquecimento, existem outros benefícios como: melhora da irrigação sanguínea da região, favorecendo um orgasmo eficaz e a diminuição do envelhecimento sobre o sistema urogenital da mulher.
Muitas mulheres não conseguem contrair essa musculatura, por não estarem habituadas a sentir esses músculos. Mas qualquer uma pode exercitar essa musculatura quando orientada de maneira correta.
Os exercícios podem ser feitos através de uma contração simples (contrair, sustentar a contração e soltar), exercícios mais invasivos, ex: com carga para fortalecimento (usando cones vaginais, como na musculação com pesos), para melhoria da sensibilidade vaginal ( com bolinhas tailandesas), também para melhoria de coordenação motora e exercícios globais para a melhoria do desempenho sexual (pompoarismo). Ou através de exercícios simples, seja de pé, deitada ou sentada, mesmo quando estiver entre as tarefas do dia-a-dia. Veja como:
- Contraia os músculos pélvicos, como se estivesse segurando a micção e as fezes. Contraia e relaxe os mesmos por 03 vezes, depois mantenha- os contraídos, mas continue respirando!
- Em seguida, relaxe;
- Volte à posição inicial, em depois empurre os músculos para fora. A seguir, contraia o assoalho pélvico novamente.
- Repita de 4 à 5 vezes ao dia;
- Após essa fase comece a intervalar os mesmo exercícios, porém de forma lenta e rápida;
- Comece de pé ou sentada com os joelhos ligeiramente afastados. Depois, siga as instruções abaixo:
• Exercícios pélvico lentos: Lentamente, contraia e puxe para cima os músculos do assoalho pélvico o mais forte que conseguir. Mantenha-os assim pelo maior tempo possível e depois relaxe aos poucos.
• Exercícios pélvicos rápidos: Contraia e relaxe os músculos imediatamente.
- Repita os exercícios cinco vezes ou até que esteja cansada. À medida que os músculos ficam mais fortes, a contração pode ser mantida por mais tempo e a quantidade de repetições pode ser maior.

Após algumas semanas, já será possível notar a diferença, mas, para que os músculos tenham força total, você terá que exercitá-los regularmente por meses.

Fonte- fisioterapeuta Bruno Andrade Costa, especialista em fisioterapia músculo- esquelética e pós-graduado em fisioterapia traumato- ortopédica, do Zahra Spa & Estética
Site- www.zahra.com.br

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