TIREOTOXICOSE: DESCUBRA COMO DIAGNOSTICAR E TRATAR

Existem varias causas que podem desenvolver o hipertireoidismo na gravidez, como o adenoma tóxico, o bócio multinodular tóxico, ou a chamada tireoidite subaguda. Também pode ocorrer a tireotoxicose gestacional transitória.
Essas causas de hipertireoidismo afetam de 0.4 a 1% das mulheres grávidas, sendo a tireotoxicose gestacional transitória a mais frequente, afetando de 2 a 4% das gestações. O TSH pode chegar a ficar suprimido em até 15% das gestantes. É uma condição que ocorre especialmente nas mulheres com hiperemese (vômitos) gravídica, mas também pode ocorrer em uma mulher assintomática. Este desenvolvimento de hipertireoidismo ocorre por aumento de gonadotrofina coriônica humana (hCG).
A hiperemese gravídica tem sido associada a valores alterados dos hormônios tireóideos, embora a maioria dos casos não demonstre sintomas de hipertireoidismo, em um pequeno número de casos pode existir a doença clinicamente detectável, e o tratamento da tireotoxicose dessas pacientes pode ser necessário para melhora do quadro de hiperemese gravídica; o tratamento eventual deverá ser monitorizado clínica e laboratorialmente.
O tireotoxicose é o excesso de hormônios tireoideos no sangue. A tireoide é uma glândula localizada na região do pescoço que controla o metabolismo do corpo através dos hormônios T3 (triiodotironina) e T4 (troxina). “O excesso ou a falta deles causam sérios problemas que podem interferir no funcionamento dos rins, metabolismo, funcionamento cardíaco, intestino, temperatura corporal, memória, alterações psíquicas, emocionais, e principalmente, controle do peso”, explica Carolina Mantelli Borges, Endocrinologista da Clínica de Especialidades Integrada.
De acordo com o Ministério da Saúde, 10% das mulheres acima de 40 anos e 20% acima de 60, são as que mais desenvolvem problemas dessa natureza.
A tireotoxicose é causada pelo excesso de hormônios tireoidianos que podem ser ingeridos ou provocados pelo hipertireoidismo que é o hiperfuncionamento da tireoide. Nem sempre os pacientes com tireotoxicose apresentam hipertireoidismo. Nos casos de hipertireoidismo materno não tratado, ocorre um aumento do risco de pré-eclâmpsia e insuficiência cardíaca congestiva. Daí e enorme importância de manter um acompanhamento com seu médico endocrinologista.

Os principais sintomas para identificar a tireotoxicose são:
• Nervosismo, irritabilidade; queda do rendimento profissional;
• Salto da órbita ocular; olhar fixo;
• Suor excessivo; pele úmida;
• Tremores;
• Fadiga;
• Sentir muito calor;
• Perda de peso;
• Aumento da pressão arterial; taquicardia;
• Fraqueza muscular;
• Insônia;
• Unhas fracas;
• Aumento de apetite;
• Aumento do tamanho do baço;
• Desconforto ocular;
• Desconforto ao defecar.

O tratamento e o acompanhamento de hipertireoidismo na gravidez devem ser feito por um endocrinologista e um ginecologista-obstetra com experiência no tratamento do hipertireoidismo. Controla-se o hipertireoidismo, se necessário com substâncias que são bastante seguras na gravidez.
O tratamento pode ser medicamentoso (mais frequente) e cirúrgico (menos frequente); já o tratamento radioiodoterápico (iodo radiativo) nunca é indicado na gravidez e amamentação.
Finalmente, devemos mencionar a crise tireotóxica caracterizada por um estado hipermetabólico, febre e alteração do nível mental. É um quadro clínico com risco de vida e pode ser observado principalmente nos casos de hipertireoidismo não tratado ou não detectado durante a gestação e seu aparecimento pode ser desencadeado durante o trabalho de parto ou cesárea, sendo desencadeada por uma infecção pré ou pós-parto ou por doença trofoblástica gestacional. Tal condição já deverá ser tratada em Unidade de Terapia Intensiva.
Todos os casos de tireotoxicose auto imune, suspeitos ou diagnosticados durante a gravidez, requerem um controle rígido dos títulos de auto anticorpos da tireoide, assim como da função tireóidea durante o primeiro ano após o parto, devido ao risco significativo da tireoidite pós parto e da recidiva ou exacerbação da Doença de Graves.
Podemos observar a complexidade do assunto e a imensa importância do acompanhamento médico para o diagnostico e tratamento, que se feitos precocemente, possuem um prognóstico bastante favorável tanto para a gravida, quando para o feto.
Fonte - Carolina Mantelli Borges, Endocrinologista da Clínica de Especialidades Integrada.

CURVA DE CRESCIMENTO DA CRIANÇA APONTA RISCO DE OBESIDADE

Afinal, o que as curvas do crescimento apresentam?
Elas representam os padrões de crescimento das crianças, sendo o instrumento mais utilizado pelos profissionais de saúde para avaliar as condições de saúde da população infantil.
De acordo com a Dra. Carolina Mantelli Borges, Endocrinologista da Clínica de Especialidades Integrada, a evolução da curva de crescimento é um bom indicador para avaliar a nutrição e saúde da criança. “Acompanhar as curvas de crescimento das crianças ajuda a prevenir diversas doenças, entre elas à deficiência na produção dos hormônios (GH) e a obesidade. Quanto mais cedo for diagnosticado um problema, maiores são as chances de tratar e garantir um resultado eficaz no futuro”, explica a médica.
Quando consultar um endocrinologista?
O crescimento é um processo bastante dinâmico que inicia na concepção e se estende até a vida adulta, ocorrendo em intensidades variáveis nas diferentes fases da vida de uma criança e de um adolescente. É durante esses estágios que os pais devem ficar atentos a qualquer mudança no desenvolvimento do seu filho.
Se o seu filho apresenta estatura baixa, indícios de diabete ou problemas entre a puberdade e adolescência. Ele deve ser diagnosticado pelo endocrinologista.
“A criança deve ser tratada por um endocrinologista quando os pais ou pediatra notar qualquer tipo anormalidade no seu desenvolvimento. Durante a consulta com o profissional serão realizadas mediações craniana, abdominal, pressão arterial, entre outros para investigar o problema e trata-lo da maneira mais rápida possível”, destaca a endocrinologista, Dra. Carolina Mantelli Borges.
Curva de crescimento X Obesidade
Atenção redobrada! Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta. As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares inadequados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos ou problemas na convivência familiar.
“Durante a fase de crescimento é importante que os pais tenham um pouco mais de atenção. Observe alimentação do seu filho, incentive a praticar atividades físicas ou brincadeiras de rua com os colegas. O contato com outras crianças ajudam a melhorar o emocional do seu filho”, comenta a médica Dra. Carolina Mantelli Borges.
A obesidade é determinada pelo Índice de Massa Corporal (IMC) que é calculado dividindo-se o peso (em kg) pelo quadrado da altura (em metros). O resultado revela se o peso está dentro da faixa ideal, abaixo ou acima do desejado. Sendo que cerca de 10 % da obesidade infantil é causada por distúrbios endócrino-metabólicos. É importante buscar ajuda de um profissional da saúde, assim que você notar o ganho excessivo de peso no seu filho.
Tratamentos
O tratamento para obesidade deve ser baseado na nutrição e no comportamento da criança e não em medicamentos.
“O uso de medicamentos para tratar crianças abaixo de 12 anos não é autorizado. O maior estímulo para envidar esforços no tratamento da obesidade infantil é a mudança do estilo de vida. A criança, sendo criada em um ambiente onde possua alimentação balanceada, não terá que mudar seus hábitos alimentares ao se tornar adulta. Esse será o estilo de vida dela” recomenda a endocrinologista Carolina Mantelli Borges.
Praticar atividade física pelo menos três vezes por semana e consumir alimentos saudáveis podem evitar e controlar a obesidade em crianças, que sofrem os mesmos riscos de um adulto acima do peso.
Conheça algumas dicas para prevenir a obesidade e ajudar o seu filho a manter uma vida saudável:
Alimentação Equilibrada
Ensine comer porções pequenas de biscoitos ou doces, ofereça somente três unidades para aprender que existe limite e não comer doses exageradas.
Doses diárias de Televisão
Fique atenta por quantas horas o seu filho passa o dia em frente a Tv. Ele pode se tornar uma criança sedentária. Evite que ele passe mais de duas horas por dia.
Atividades
Incentive brincadeiras ao ar livre, caminhar e andar de bicicleta, exercitar-se faz bem para a saúde.
Horário para refeições
Se você não mantém o hábito de comer na mesa ou em horários alternativos, crie uma rotina para as refeições, ensine a criança qual é a hora certa para tomar café da manhã, almoçar, lanche da tarde e de jantar.

Fonte - Endocrinologista Carolina Mantelli Borges, da Clínica de Especialidades Integrada


MITOS E VERDADES SOBRE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO

Segundo a Dra. Carolina Mantelli Borges, endocrinologista e metabologista da Clínica de Especialidades Integrada de São Paulo, o GH é produzido pela glândula hipófise e responsável pelo crescimento na infância e durante a puberdade. “Ele é responsável por proporcionar o crescimento físico, longitudinal e também das células em geral, sendo essencial para o desenvolvimento da criança e adolescente. O GH normalmente é produzido durante toda a vida, porém seus níveis são mais elevados na infância e adolescência e começam a diminuir após os 20 anos de idade. Em crianças e adolescentes, como as cartilagens dos ossos ainda não estão calcificadas, o GH promove o crescimento estatural e participa do aumento da massa muscular”, explica a endocrinologista.
A deficiência do GH interfere diretamente no desenvolvimento da criança, prejudicando e contribuindo para uma estatura baixa ou até mesmo desencadear o nanismo.
“Para verificar se o GH está impulsionando o crescimento de uma criança, o médico solicita uma radiografia de mãos e punhos, com o objetivo de analisar o desenvolvimento dos ossos e cartilagens, além de testes laboratoriais”, explica a médica Carolina Mantelli Borges.
Muitas crianças aderem o uso de GH para acelerar o crescimento ou retardar a primeira menstruação. Os pais devem ficar atentos à quantidade exagerada de hormônios que pode provocar sérios danos à saúde.
“O excesso do GH pode estimular o aparecimento de tumores, e produzir deformações no corpo, tal como a acromegalia, doença caracterizada pelo crescimento exagerado do nariz, queixo e orelhas.
Para acabar com seus mitos e verdades sobre a finalidade do GH, a endocrinologista Carolina Mantelli Borges desvenda algumas dúvidas relacionadas aos efeitos do hormônio no corpo humano:
Mito – O Hormônio do crescimento só interfere no crescimento das crianças e adolescentes.
O GH é importante para o crescimento desde os primeiros anos de vida até o fechamento das cartilagens dos ossos, o que ocorre no final da puberdade (em geral, entre 15 e 20 anos de idade). Devemos levar em consideração uma variação para o inicio precoce ou tardio da puberdade. Depois que as cartilagens dos ossos longos se fecham, não há mais chances de crescer. Não adianta um adulto tomar o hormônio do crescimento.
Verdade – O uso de GH pode ser indicado para pessoas em outras condições clinicas
O GH vem se mostrando uma excelente alternativa de tratamento para adultos com problemas na hipófise, devido á deficiência de GH. Antes de iniciar qualquer tratamento a base de hormônio, é melhor consultar um endocrinologista para avaliar suas condições, riscos e indicar, se necessário a quantidade correta de GH.
Mito- O hormônio de crescimento é indicado para o aumento da massa e de força muscular?
O GH pode aumentar a massa, mas não a força muscular. Em pessoas que realmente possuem um quadro de deficiência de GH, sua reposição provoca aumento da capacidade física, diminuição do peso corporal, redistribuição da gordura abdominal, aumento da massa muscular, melhora do desempenho intelectual, entre outros efeitos.
Mais do que isso, alguns estudos mostraram que o GH parece fazer efeito no ganho de massa muscular apenas com a associação com outras drogas.
O uso indiscriminado de GH ou sem necessidade pode gerar seríssimos problemas a saúde como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão e acromegalia ou aparecimento de traços acromegalóides. Acromegalia pode ser definida como um crescimento desproporcional em diversas vísceras, tecidos moles, órgãos internos e alguns ossos membranosos como os das mãos, pés, nariz e mandíbula.
Mito- O GH é administrado por via oral?
O GH é administrado por meio de injeções. Existem algumas drogas administradas por via oral que podem estimular o hormônio. Mas, antes de tomar qualquer medicamento, consulte o seu endocrinologista.
Verdade – O GH é contra indicado para pacientes com câncer e retinopatia diabética
O GH pode ser utilizado por homens e mulheres e até por pessoas com insuficiência renal crônica. Os riscos para quem o consome de maneira inadequada são inúmeros e bem sérios. O crescimento de tumores, desenvolvimento de diabetes, retenção de líquido e dor articular são alguns dos fatores de risco do GH.
Verdade- A falta de GH no organismo pode afetar o bem-estar
A deficiência em GH diminui a energia e pode desencadear á depressão em alguns casos.
Mito- O GH ajuda a retardar o envelhecimento
Alguns estudos mostraram um melhor desempenho de idosos que aderiram o uso do hormônio em tratamento. Mas, ainda não há nada cientificamente comprovado sobre o uso de GH para retardar o envelhecimento.
Mito- Crianças que apresentam falta de hormônio de crescimento estão condenadas ao nanismo?
O tratamento com GH pode reverter esse quadro. Quando houver espaços para os ossos crescerem haverá chances de corrigir a insuficiência hormonal. Porém a criança é avaliada como um todo para que possamos ter certeza da indicação precisa do hormônio naquele caso específico.
Mito- O uso do GH engorda?
Não há comprovação que o hormônio engorde a pessoa. Pode ocorrer um ganho de peso nos pacientes que fazem tratamento de terapia hormonal, nesses casos a gordura pode ser depositada no abdômen, quadris ou mamas.

Fonte- Dra. Carolina Mantelli Borges, endocrinologista e metabologista da Clínica de Especialidades Integrada de São Paulo

ENTENDA A CAUSA DA PUBERDADE TARDIA

“Ao notar o atraso, é importante a realização de uma série de exames para investigar a causa do problema. Em alguns casos, o atraso constitucional de crescimento (ACCP), que é caracterizado por baixa estatura pode desencadear a puberdade tardia”, explica.
O atraso provocado pelo ACCP não caracteriza uma doença, mas um retardo de desenvolvimento.
Quando a puberdade acontece?
A puberdade ocorre devido aos impulsos hormonais e cerebrais que atingem os ovários (nas meninas) e os testículos (nos meninos). Esses hormônios são responsáveis pelo crescimento dos jovens entre 10 e 11 anos. Após essa fase, ambos alcançam a estatura final que acontece por volta dos 14 e 15 anos.
Durante a puberdade feminina, é possível notar os seios em desenvolvimento, o crescimento de pelos pubianos, aumento significativo na altura e no peso. Nos meninos, essa fase é responsável pelo crescimento dos testículos, escroto e pênis, surgimento de pelos pubianos, aumento da altura e do peso, ereções frequentes e mudança de voz.
E quando ela atrasa?
Nas meninas, ela costuma ser diagnosticada quando aos 14 anos ainda não ocorreu a menarca. Já nos meninos, também nessa faixa etária, pode ser notada a deficiência de alargamento testicular. “O pré-adolescente que não atinge a puberdade na idade esperada, geralmente, tem baixa estatura. Elas podem apresentar um corpo fino devido ao atraso no desenvolvimento do esqueleto”, destaca a endocrinologista.
Tratando o problema
O primeiro procedimento para tratar a puberdade tardia é identificar a sua causa. A partir disso, o médico pode indicar os medicamentos certos. “A criança irá passar por vários exames e, dependendo da causa, pode ser indicado medicamento para melhorar os níveis hormonais. Em casos mais graves, pode ser necessário optar pelo procedimento”, alerta a médica.
O tratamento é mantido por curtos períodos para que a criança consiga desenvolver os caracteres sexuais secundários compatíveis com a idade. “Alguns tratamentos trabalham com a indução de crescimento, sem provocar o fechamento prematuro das epífises (avaliação semestral da idade óssea). A importância de estimular a estatura da criança é para que ela não sofra preconceito evitando assim um desajuste social e baixa autoestima”, orienta a endocrinologista.

Fonte- Endocrinologista Carolina Mantelli Borges, da Clínica de Especialidades Integradas.
Site- www.especialidadesintegrada.com.br

POLIDACTILIA: DEDOS EXTRAS PODEM SER REMOVIDOS COM CIRURGIA PLÁSTICA

A Polidactilia é um defeito genético que resulta na manifestação de um alelo autossômico dominante. Além disso, pode ser passada de pai para filho, ou seja, quem nasce com o problema tem 50% de chances de ter filhos com esse tipo de anomalia.
De acordo com o cirurgião plástico da Clínica de Especialidades Integrada, Carlos Bautzer, a polidactilia é uma condição na qual uma criança nasce com mais de cinco dedos na mão ou no pé.
“Isso acontece quando a criança herda o gene do pai ou da mãe. A mutação genética que ocorre no momento da fusão dos genes maternos e paternos no embrião estimula uma “falha” que automaticamente produz um novo gene que será responsável pelo bebê nascer com cinco dedos ou mais”, explica o cirurgião plástico.
Quando uma criança nasce com esta característica ela deve ser examinada cuidadosamente para verificar a finalidade do problema. Se o apêndice é pequeno e não tem ossos, é recomendado retirá-lo. Os dedos maiores requerem uma cirurgia delicada , realizada por um especialista em cirurgia de mão. Dependendo do diagnóstico feito pelo médico, a polidactlia pode vir acompanhada de uma doença genética mais grave como a síndrome de Carpenter, síndrome de Ellis-van Crevel ou trissomia-13. Entre outras causas estão: Distrofia torácia asfixiante, Síndrome de Smith-Lemli-Opitz e Síndrome de Laurence-Moon-Biedl.
Conheça os três tipos de polidactilia:
-Pré-axial - Quando se localiza ao lado do polegar
-Pós-axial - Quando se localiza ao lado do dedo mínimo
-Central - Localiza-se entre os dedos indicador, anular e médio. Muito rara.
Polidactilia, tem tratamento?
Na maioria das vezes o diagnóstico pode ser feito por meio do ultrassom. Esse exame tem a capacidade de verificar anomalias, síndromes, doenças e malformações. É possível descobrir desde o útero da mãe se o seu filho nascerá com polidactila.
Para a retirada do dedo extranumerário é aconselhado à realização de uma cirurgia plástica e também é indicada para melhorar a parte funcional e estética da criança.
“Antes da operação, a criança irá passar por diversos exames para o médico avaliar qual é o dedo que tem melhor funcionamento e decidir se tem ou não que intervir nos tendões da mão ou do pé afetado”, orienta o cirurgião plástico Carlos Bautzer.
O cirurgião ainda alerta quanto mais cedo os pais procurarem o tratamento cirúrgico melhor será para a criança.
“A idade ideal para essa correção é a partir de três anos de idade, pois a criança já se encontrará melhor desenvolvida e oferece melhores condições para suportar um ato cirúrgico”, disse.
Lembrando que a polidactilia é a segunda deformidade congênita mais comum da mão. É importante a criança ser examinada por inteiro, principalmente nos casos pré-axiais, que podem estar associados a síndromes genéticas.

Fonte- Carlos Bautzer, Cirurgião Plástico da Clínica de Especialidades Integrada

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