DESCUBRA A DIFERENÇA ENTRE REFLUXO, GASTRITE E AZIA

Apesar de tais sintomas serem comuns durante a gravidez, vale tomar alguns cuidados para evitá-los. Segundo o médico e cirurgião geral Dr. Sérgio Barrichello (CRM-111.301), da Clínica Healthme gerenciamento de perda de peso, que também é endoscopista do (HC-FMUSP) e especialista em emagrecimento, a elevação do nível de progesterona causa o relaxamento da musculatura que separa o estômago do esôfago. “Com isso, os ácidos gástricos sobem para o esôfago causando a sensação de azia e opressão torácica”, explica. Ele acrescenta que tais sintomas podem surgir durante toda a gestação, com maior frequência nos últimos meses, por isso, é importante que a gestante mantenha hábitos saudáveis em tempo integral para ajudar a prevenir o problema.
De acordo com o especialista, as gestantes não devem ingerir grandes quantidades de comida uma ou duas horas antes de dormir, evitando que o alimento fique parado no estômago. “O ideal é fazer seis refeições diárias e ingerir pequenas quantidades para facilitar a digestão. Além disso, realizar uma caminhada após cada refeição é uma boa alternativa para acelerar o processo digestivo”, destaca.
Males da gravidez: azia, refluxo e gastrite
Para não confundir sensação de azia com refluxo gastroesofágico ou gastrite, conheça cada sintoma: o refluxo é quando o conteúdo gástrico retorna do estômago para o esôfago, podendo ou não causar inflamação; a azia é o sintoma de queimação no tórax causado ocasionalmente devido ao refluxo gastroesofágico. A gastrite é uma inflamação da mucosa do estômago que na maioria dos casos é causado pelo aumento da acidez do estômago. Pode ser desencadeada por questões emocionais, ansiedade, estresse e má alimentação.
É preciso ficar atenta aos sintomas e à frequência com que acontecem. Afinal, quanto antes for realizado o diagnóstico, mas eficaz será o tratamento minimizando seus efeitos. Neste caso, o médico pode prescrever medicamentos que diminuem a secreção do ácido produzido pelo estômago, e sugerir alteração na alimentação.
Entenda como cada um age no estômago e saiba identificá-los:
Azia: queimação no peito e garganta, além disso, a gestante pode sentir o sabor ácido na boca.
Refluxo: sensação de algo subindo pelo esôfago, o que pode ocasionar a azia.
Gastrite: pode manifestar-se por perda do apetite, náuseas, vômitos associado a dor e queimação na boca do estômago.
Saiba como tratar cada um dos problemas, durante a gravidez:
Azia: para amenizá-la é importante evitar o consumo de café, alimentos gordurosos, alguns doces e incluir no cardápio diário verduras e legumes. Se a azia for constante ou muito intensa, busque orientação médica. Pois, o especialista poderá prescrever medicamentos à base de magnésio ou de cálcio, como as pastilhas de magnésia bisurada.
Refluxo: mudanças alimentares devem ser feitas para diminuir ou evitar que o refluxo persista, evitando os sintomas e complicações como estenoses, úlceras, e câncer. É importante alterar os hábitos que desencadeiam o refluxo como: ficar prostrado após se alimentar, deitar antes de realizar a digestão, fumar ou apostar em uma alimentação muito pesada.
Gastrite: o tratamento depende da causa específica. Algumas podem desaparecer com o tempo. Conforme a gravidade, o médico pode indicar o uso de medicamentos antiácidos para controlar a quantidade de ácidos no estômago. Se a gastrite for causada por uma infecção, o problema pode ser tratado com antibióticos para eliminar a infecção por H. pylori. Lembre-se: qualquer medicamento só pode ser ingerido sob orientação médica, em especial, durante a gestação.
Medidas para evitar o problema
Adotar uma alimentação equilibrada, cortar condimentos e frituras são medidas essenciais. “O ideal é mastigar bem os alimentos e não beber líquidos durante a refeição. Principalmente no período noturno, a gestante deve evitar ingerir café, bebidas gaseificadas ou achocolatados”, ressalta Dr. Sérgio Barrichello.
Outra questão importante é a posição durante o sono, pois isso pode interferir nos sintomas do refluxo. Caso os sintomas incomodem, “Procure dormir em uma posição de modo que a cabeça fique mais alta que os pés, para aliviar a sensação de azia e queimação”, recomenda. .
A gestante também deve usar roupas largas e confortáveis que não apertem a cintura e o estômago. Vale destacar que, tais cuidados, podem aliviar o refluxo e a azia, mas se os sintomas persistirem é fundamental procurar um médico.
Driblando a azia e a queimação
Evitar alimentos gordurosos, fazer uma alimentação rica em fibras e principalmente a noite não consumir grandes quantidades de alimento.
Comer cerca de 6 vezes ao dia e realizar atividades físicas regulares.
A constipação intestinal também aumenta os sintomas gastroesofágicos, portanto alimentos laxativos como mamão e ameixas devem ser estimulados.

Fonte- Médico Cirurgião Geral e Endoscopista Sérgio Barrichello (CRM-111.301), da Clínica Healthme
Site- www.healthme.com.br

DESCUBRA COMO PREPARAR O SEIO PARA A AMAMENTAÇÃO

Depois que o bebê nasce o corpo continua passando por modificações internas e externas. Aleitar nos primeiros dias até parece fácil, mas não é. Uma das principais queixas femininas na hora de alimentar é a dor no bico do seio.
Durante o pré-natal as mulheres se preparam para receber e cuidar dos filhos visando tratar qualquer problema que apareça. Dentro desse período elas também precisam entender que por mais que o corpo se adapte as condições da gravidez, o peito deve ser induzido a uma amamentação sem sofrimento.
“No início toda mulher vai sentir um pouco de dor na hora da lactação. Os seios estão prontos, mas a mãe deve se acostumar com a sucção e, aos poucos, vai se habituando”, comenta Vanessa Penteado, dermatologista médica da Clinica Pantheon de Campinas-SP.
Entretanto, amamentar um filho não necessita ser tão sofrido, é um ato que deve ser prazeroso tanto para a mamãe quanto para o bebê, por isso a dermatologista dá algumas dicas de como amenizar o desconforto que podem surgir no decorrer do aleitamento.
1- Mamilos: Os mamilos variam de mulher para mulher. Alguns são planos outros invertidos, então fique atenta às dicas que recebe de amigas e parentes. O mais adequado é conversar com seu médico para saber o que você deve fazer para ganhar bico e não sofrer tanto quando for alimentar seu filho.
2- Não use hidratantes: É isso mesmo. Como o fator aqui é deixar a pele do seio mais resistente, não passe hidratantes na mama, ou pelo menos nos mamilos.
3- Banho de sol: É bom deixar os seios tomarem sol durante 10 minutos por dia. Não fique em temperaturas muito elevadas. O horário ideal é das 8 às 10 da manhã ou entre as 3 e 4 horas da tarde.
4- Não puxe o bico do seio: Algumas mulheres tem o costume de puxar o bico do seio para facilitar a amamentação, porém essa técnica não é eficaz. Evite, o estímulo só virá quando o bebê nascer.
5- Use o próprio leite: Depois que a criança terminou de mamar, passe o próprio leite em volta do mamilo e aréola e deixe secar, isso ajuda a hidratar e evitar rachaduras.
6- Evite umidade: A umidade deixa a pele frágil, por isso não permita que seu bebê faça o mamilo de chupeta. Isso acaba umedecendo o mamilo por mais tempo.
7- Sutiãs: Escolha sempre um sutiã de algodão. São mais higiênicos e deixam a região mais ventilada
8- Rachadura: Prefira a indicação do médico para saber qual receita é melhor para seu caso. Algumas mulheres passam vaselina ou produto à base de lanolina.

Fonte- Dermatologista Vanessa Penteado médica da Clinica Pantheon de Campinas

PIOLHO NA ESCOLA: SAIBA COMO EVITAR E TRATAR

Anualmente, eles atingem cerca de 37% das crianças em idade escolar, mesmo eles não voando e nem saltando, eles se propagam muito rápido por meio do contato direto entre cabeças, partilha de pentes, chapéus, peluches, estofos ou almofadas infestadas.
De acordo com a Dermatologista Vanessa Penteado, Médica da Clinica Pantheon de Campinas, o piolho pica o couro até quatro vezes por dia, e a coceira é resultado de um processo alérgico.
“Um piolho vive por cerca de um mês e dá a luz a cerca de 10 lêndeas por dia, que eclodem em 7 a 10 dias. Eles gostam de reproduzir em áreas quentes como no couro cabeludo, atrás das orelhas ou em pelos pubianos. Além disso, eles podem sobreviver dois dias fora do seu ambiente como em roupas, o que esclarece a importância de lavar as roupas das crianças em altas temperaturas”, explicou a dermatologista.
Eles possuem um aspecto oval e medem cerca de 2 a 4mm, são transparentes e tornam-se castanhos avermelhados quando se alimentam. As fêmeas põem seus ovos diariamente e acabam ficando agarrados ao cabelo em saquinhos brancos, mais conhecidos como lêndeas.
Xô, pra lá piolho!
Para combater o piolho e as lêndeas a dermatologista Vanessa Penteado recomenda o uso de xampu, creme ou loção para piolhos.
“As mães poderão encontrar esses produtos em qualquer farmácia, a maioria deles vem com um pente especial para remover as lêndeas. É muito importante remover todos os ovos de piolho e tratar todos os membros da família”, aconselhou.
Outra atitude importante que deve ser lembrado pelas mães é comunicar a escola do seu filho sobre a manifestação de piolho. As escolas já estão acostumadas a lidar com esse tipo de aviso e poderão alertar os outros pais para impedir que outras crianças fiquem infectadas.
Após o tratamento os piolhos persistirem você poderá repeti-lo mais uma vez. Verifique os cabelos e o couro cabeludo de toda a família todos os dias, se achar lêndeas ou piolhos, cuide dos cabelos e das roupas da criança da mesma forma. Não lave o cabelo do seu filho por dois dias após o tratamento, evite o uso do condicionar de cabelo por dez dias. Lembrando, que os piolhos só conseguem sobreviver por 55 horas fora do corpo humano.
Declare guerra ao piolho
Você já fez de tudo, mas esses piolhos e lêndeas insistem em ficar andando na cabeça do seu filho? Preste Atenção e conheça algumas armas para exterminar de vez os piolhos:
- Não compartilhe chapéus, escovas, pentes e toalhas.
- Meninas com cabelo muito comprido é recomendado usar ele preso para evitar o contato com os piolhos.
- Inspecione regularmente a cabeça das crianças
- Escove o cabelo várias vezes ao dia com o pente fino, esse procedimento impede que os piolhos se multipliquem.
-Atenção Especial a grávidas, mães que estão amamentando e crianças até dois anos, não podem usar todo o tipo de produtos, pois pode ser prejudicial à saúde. Consulte o seu médico e verifique qual é o melhor procedimento.
- Não use um secador de cabelos – alguns produtos contra piolho são inflamáveis.
- Lave bem as mãos e esfregue a parte de baixo das unhas depois de cuidar do cabelo do seu filho
- Travesseiros, bichos de pelúcia, roupas e outros objetos que não possam ser lavados devem ser limpos a seco e mantidos em um saco plástico hermeticamente fechado por duas semanas.
- Lave todas as roupas das crianças em água bem quente (55 C° ou 130 °F), incluindo chapéus, bonés, cachecóis, casacos e todas as roupas de cama, toalhas de banho e de rosto que tiverem sido usadas ou entrado em contato.

Fonte- Dermatologista Vanessa Penteado, Médica da Clinica Pantheon de Campinas

PICADAS DE INSETO: DESCUBRA COMO PROTEGER A CRIANÇA

Não existe uma explicação sobre o porquê algumas pessoas são mais picadas por insetos que outras, de qualquer forma, precisamos nos proteger deles. Essa proteção pode ser feita através de repelentes, mosqueteiros, uso de inseticidas, boa higienização e dedetização, porém as crianças precisam de cuidados específicos. “Os repelentes só devem ser usados em crianças com mais de 2 anos, pois além da toxidade, crianças com menos de 6 meses ainda estão desenvolvendo as anticorpos naturais e a pele ainda é muito sensível”, afirma a dermatologista Vanessa Penteado da Clínica Pantheon.
Os repelentes específicos para serem usados em crianças a partir dos 2 anos deve conter uma concentração de DEET abaixo de 20%. Se não tiver DEETe sim picaridina, essa deve estar abaixo de 10%. Essa informação tem que estar especifica no rotulo do produto.
Para os inseticidas é necessário seguir a mesma recomendação, porém precisar ser aplicado 3 horas antes da criança ir deitar e o local tem que ser bem arejado. Se o repelente for de tomada, deve-se colocar na parede oposta a da cabeceira da cama da criança.
Os insetos, na verdade, só nos atacam para se defenderem, então, para evitar as picadas de abelhas, formigas, marimbondos, ou qualquer tipo de inseto, a criança deve manter distância.
No caso de ocorrer a picada do inseto, o local deve ser lavado com água e sabão e pode-se retirar o ferrão. Em geral, o médico irá indicar uma pomada com antinflamatório ou até antibiótico.
É importante observar a reação que ocorre na criança após a picada de qualquer inseto, e se ela apresentar manchas vermelhas no corpo, dor excessiva, inchaço nos olhos, boca, dificuldade para respirar, febre, etc, tem que procurar o hospital, pois a criança pode apresentar uma reação alérgica ou pode ter sido picada por inseto venenoso.

Fonte- Dermatologista Vanessa Penteado da Clínica Pantheon

QUAL ALTURA TERÁ SEU FILHO: DESCUBRA O QUE IMPEDE OU ACELERA O CRESCIMENTO

A deficiência na produção deste hormônio pode ocasionar o nanismo, ou seja, fazendo com que uma pessoa tenha uma estatura muito baixa. E produzido em excesso, causa acromegalia o que provoca crescimento exagerado dos pés, mãos, orelhas e nariz. No entanto, tais casos não são comuns no Brasil. Cerca de 90% das crianças não têm problemas hormonais e a estimativa é de uma criança com deficiência do hormônio do crescimento para cada cinco mil.
Apesar disso, não é exagero os pais ficarem de olho no desenvolvimento de seus filhos. Pois, são eles que podem dar o alerta. “Na escola, já dá para avaliar se a criança está com uma estatura dentro da média”, dá a dica Carolina. Depois com uma avaliação mais precisa sobre o problema percebe-se, geralmente, que a criança acompanha as curvas de crescimento, que indicam se tem um desenvolvimento satisfatório. E a partir do segundo ano fica abaixo do mínimo aceitável, ou seja, do segundo padrão da curva.
Neste caso, o tratamento se dá com a reposição de GH obtendo um aumento de até 15 cm, após o primeiro ano de tratamento. Entre as décadas de 1960 e 1980, este hormônio era obtido a partir da hipófise de cadáveres, método que limitava sua utilização. Com o desenvolvimento da tecnologia do DNA foi possível introduzir o gene do hormônio do crescimento humano em bactérias para estimular a sua produção. E isso possibilita sua utilização em uma série de situações clínicas diferentes.
Já os casos de acromegalia podem ser diagnosticados a partir de uma suspeita ao observar mãos e pés grandes associados a uma face característica (aumento da região frontal/testa), por exemplo. “A doença é facilmente comprovada a partir de exames de sangue, nos quais se mede a dosagem do GH”, relata Carolina. A doença é provocada por um tumor benigno da glândula hipofisária, cuja causa ainda é desconhecida. E o tratamento prevê cirurgia para retirada deste tumor.

Fonte- Carolina Mantelli Borges, Endocrinologista e Metabologista da Clínica de Especialidades Integrada.
Site- www.especialidadesintegrada.com.br

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