“Na gestação estas indesejadas lesões aparecem em decorrência do estiramento da pele consequente ao crescimento uterino e ocorrem mais frequentemente no abdômen, nas nádegas, coxas e seios”, explica Dra. Isabella Chaves Buainain, médica com firmação em dermatologia da Clínica de Especialidades Integrada.
Por serem cicatrizes atróficas as estrias são de difícil tratamento e o melhor a se fazer é evitá-las. Para prevenir o aparecimento das estrias devemos ter uma alimentação equilibrada e beber bastante água, além de fazer uso constante de cremes hidratantes potentes e controlar o aumento excessivo de peso durante a gestação. Evitar a ruptura das fibras da pele, responsáveis pela elasticidade, é a chave para o não surgimento destas lesões cutâneas.
O uso de lingeries confortáveis deve ser preferido afim de que se evite a pressão sobre a pele. No caso dos sutiãs, por causa do aumento dos seios no período gestacional, deve-se escolher peças que sejam confortáveis, mas que ofereçam sustentação. É importante que as futuras mamães consultem um médico dermatologista antes de aplicar hidratantes nos seios, principalmente nos mamilos. O uso indevido de alguns cosméticos pode interferir no leite materno.
Se mesmo com todos os cuidados surgirem as temíveis estrias, as mamães podem procurar auxilio médico para o tratamento no pós-parto. Vale lembrar que as estrias são irreversíveis, mas podem ser amenizadas como uso de cremes a base de ácidos, peelings, cirurgias plásticas ou lasers. A maioria destes tratamentos requer um intervalo após o parto para serem iniciados e deve-se também levar em conta a amamentação. A maior parte dos tratamentos atua estimulando produção de novas fibras colágenas nas regiões afetadas e o seu principal objetivo é deixar as estrias menos perceptíveis.
Fonte – Médica com formação em dermatologia, Dra. Isabella Chaves Buainain, da Clínica de Especialidades Integrada.

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